Pink(2016) é um filme sobre cultura do estupro, consentimento e igualdade sexual.
Existe um lugar mais complicado para se abordar esses temas que no Oriente? Pois essa abordagem vem da Índia, e é muito válida!❤
Alguns dizem q nós, mulheres do ocidente, não devemos reclamar, porque se formos comparar somos quase homens por aqui. (oi?)
Outros batem no peito e dizem que o feminismo faz parte de uma agenda que quer destruir as famílias e separar os sexos. 😱
Eu acho graça. Não passa pela cabeça que nunca esteve ok para a gente...e que ganhamos força movidas pelo cansaço do desconforto diário.
As mulheres indianas estão cansadas e estão se unindo cada dia mais. Já postei aqui sobre "As filhas da índia", um documentário que mostra as mulheres indo às ruas, protestando e chorando suas mortas em estupros coletivos (prática recorrente por lá) e outras violências. Essas mulheres mudaram leis e irão continuar lutando e conquistando.
Esse filme cita esse episódio nacional e conta a história de 3 garotas que saem com 3 rapazes após um show de rock, mas que não desejam transar.(Olha que horror!)
Uma vez forçada, uma delas se defende com uma garrafada que quase mata o safado, que por azar, era de uma família poderosa.
Elas são caçadas, ameaçadas e sofrem violências, até que o caso vai parar no tribunal. E pasmem! É por tentativa de assassinato e extorsão (contra ela).
O roteiro traz para debate vários pontos comuns em todo o mundo. Fala sobre a mulher indiana de uma forma tão familiar às mulheres ocidentais, que por mais que me critiquem, não me arrependo ou me envergonho nem um pouco em bradar o quão feminista eu sou.
Indico!
Existem milhares de pontos de discussão e desconstrução. Vale a pena.
Tem na Netflix 💖
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Sobre sonhos e esperas
Postado por
Jéss Reis
Hal: Bem, digamos que desde que você era pequeno, você sempre sonhou em conseguir um leão. E você espera, e você espera, e você espera, e você espera, mas o leão não vem. E junto vem uma girafa. Você pode estar sozinho, ou você pode estar com a girafa.
Oliver: Eu esperaria pelo leão.
Hal: É por isso que eu me preocupo com você.
[Toda forma de amor - Beginners]
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Não é feitiçaria, é tecnologia! E um monte de nerdices.
Postado por
J.C Reis
(Texto
escrito de madrugada em meio a bocejos e olhos ardendo, tenha amor no coração)
Já tive o
prazer de assistir filmes de tudo quanto é jeito. Dos mais perturbadores (sim
já assistir Saló, mas pulei algumas partes. Não, nunca na minha vida irei
assistir A centopeia humana) até os mais “água com açúcar” no melhor estilo
sessão da tarde, com direito a astro da Disney e tudo mais. Sinceramente, jamais
imaginária que o filme que mudaria parte da minha forma de olhar para as
coisas, seria um feito para passar na televisão, com uma fotografia toda sem
graça e com um tema que pra mim seria o mais trivial e batido do mundo.
Foi uma
surpresa daquelas bem grandes sabe?
Quando
terminei de ver o filme estava pasma e a frase que não saia da minha cabeça foi
“ignorância é um problema”. Entenda, sempre fui um daqueles que sabiam o básico
que era preciso saber para não passar vergonha em um papo sobre a Apple e Microsoft
. Com certeza se tivesse dinheiro iria amar ser chamada de Apple fag's, mas como
não tenho... me uni àqueles que abraçam o discurso anti a lavagem cerebral das
brands de grande porte para justificar a falta sem entrar em questões
monetárias.
Mas agora,
depois desse filme, meu Deus...who AM i? Durante todo esse tempo me venderam
uma ideia no mínimo errada sobre toda essa gente, me sinto mais enganada agora
do que quando descobri que o saco do Mamonas assassinas não era um saco de
lixo, e o pior de tudo é que foi por culpa minha, que nunca tive coragem de dar
um Google e saber como as coisas aconteceram.
Vou explicar
o porquê desse drama, prestenção!
O filme conta a trajetória do Steve Jobs e do Bill Gates (nem sabia que eles
eram tão próximos, da mesma época e muito menos do mesmo lugar) não sei como
contar a história sem soltar milhares de spoilers , mas pra resumir eu vou
fazer uma listinha de quase tudo que conclui depois que vi o filme e li mais algumas
milhares de coisas na internet para ter certeza que a história não era um embuste.
Vamos ao top
top!
1 – Esse mundo
da tecnologia é tão sujo e conturbado quanto o mundo da moda.
2 – Depois que
o Steve Jobs morreu, virou um santo que ele estava longe de ser.
3- Existem
pessoas que realmente sentem prazer em manipular às outras como simples animais
adestrados, sem o mínimo de respeito ou consideração. Não estou falando de
pequenas intrigas do dia a dia. Estou falando do “grande irmão” do George
Orwell e toda essa linhagem de dominação psicológica que envolve uma prisão sem
grades.
4 - “Quer
conhecer alguém? Dê poder a ele!”
5 – “Bons artistas
criam, ótimos artistas roubam” (ou algo assim) É a frase mais idiota que já
ouvi na minha vida e não importa se foi Picasso quem disse, Steve repetiu e Bill
assinou embaixo! Eu prefiro ficar com o “quem
não imita alguém, nunca fará algo original” do Dali!
6 - Minha geração
está a cada dia mais míope, idolatramos pessoas que mereciam desconfiança e nem
ligamos pra quem deveria ter reconhecimento. Cresci sabendo como o Bill era
rico, desprendido de grana (apesar de ter muita) e que não gostava de ser famoso.
Naquela época eu não questionava a informação e
essa imagem tão bonita acabou crescendo comigo.
essa imagem tão bonita acabou crescendo comigo.
Por toda essa ilusão existir na minha cabeça, fiquei arrasada ao perceber que essa
galera tão porreta, precisou de espionagem industrial, mentiras e enganações para
chegar aonde chegaram.
Mas aí você
diz: Que menina fresca!O mundo dos negócios é assim mesmo, briga de cachorro
grande, cobra comendo cobra!
Pois eu lhe digo: Se é assim, é uma pena, porque não deveria ser. Não, não estou
na profissão errada, só que não achei minha índole numa feirinha de usados e
muito menos comprei minha ética no camelô. Ninguém deveria ser tão flexível em
relação a nada disso!
7 – Tem
tanta gente inteligente nesse mundo e eu tinha que nascer com um QI normal e deficiência
para matemática?
Continuo gostando dos dois, porque o encanto é forte kkk, mas agora não estou mais vendada e isso é muito importante.
Conselho?
Se você já sabe tudo, assista!
Se não sabe,
assista!
Se já assistiu,
compre o DVD e guarde como um tesouro.
Se já
comprou, compre outro e me mande!
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Dicas de séries.
Postado por
J.C Reis
Resolvi fazer lista de séries porque gosto muito de fazer listas, não
tenho nada de importante para fazer essa hora (03:45 a.m) e não consigo dormir kkk
Smash: Muita gente odeia, mas eu curti bastante. Sempre
gostei do universo da série e todas essas coisas de dança e musicais. Se essa é
sua vibe, vale a pena conferir!
Por mais que o argumento inicial não tivesse muitos caminhos
para serem explorados, eles conseguiram fazer um ótimo trabalho. Não tinha para
onde fugir essa série não foi feita para durar mais que duas temporadas e por
mais que eles tenham feito um ótimo trabalho desenvolvendo novos conflitos, o
fim foi inevitável, por isso definharam e morreram até com certa classe. Os
atores no geral são muitoo bons, mas às vezes eles querem que você acredite em
coisas que não são muito verdadeiras sabe? Um bom exemplo disso é querer fazer
com que o telespectador acredite que a Katharine Mcphee é uma boa dançarina ao ponto
de chegar de cara e ganhar a Broadway com todo o seu talento reluzente de
principiante, ela é definitivamente uma cantora estupenda, lindíssima, mas se
nem a Audrey Hepburn conseguiu ser dançarina por ser altona e desengonçada,
imagina a Kath toda sem jeito e sem tipo físico para interpretar a Marilyn Monroe,
ganhando o papel sem ter nenhuma experiência anterior! Pequenas faltas como essa fizeram a série se
tornar um tanto surreal, já que tudo se baseava neste ponto. Na verdade, também
havia personagens muito ricos que não receberam a devida atenção, talvez por
medo de perder o foco, sei lá. (Cancelada na 2º temporada).
Queria explicar dois pontos legais do Bryan Elsley que me fizeram amar antes de odiar Skins:
Não fica definido
qual é o personagem principal logo de cara, é preciso caminhar bastante pra
você ter uma noção de quem é a real intersecção de todos os mundos e se ele não
for o personagem que você mais gosta, provavelmente não tem problema, pois seu
personagem não vai perder espaço como acontece na maioria das séries (mas pode
perder a intensidade).
A possibilidade de ver a mesma condição sob vários ângulos é
muito legal!
Por exemplo: Você vê essa garota mega produzida indo pra uma
balada super legal com uma super gata e depois essa mesma garota totalmente
deprimida saindo obrigada com um cara detestável em um restaurante sem graça.
(Vai para a 2º temp)
Girls: Vi muitos comparem com Sex in the city, mas sério,
obviamente é uma referência forte pra qualquer série que queira seguir esse caminho
(vida das mulheres) e durar, mas a Hanna é mais freak que qualquer uma.
Acho muito difícil falar dessa série, ao mesmo tempo em que
os personagens são muito realistas eles podem ser completamente bizarros, assustadores
e lhe fazer pensar que ninguém faria aquilo, mas é mentira, você sabe que fazem
e só não quer acreditar porque é muito doloroso pensar que existem muitos Adams
por aí!
A história gira em torno da Hanna e suas amigas que acabaram de se formar em
diferentes áreas de humanas (não tem bons empregos) e permeiam os 24 anos de idade
de puro fracasso. Ela não se atém a falar somente sobre drogas, sexo,
inseguranças pessoais ou futuro, ela fala sobre tudo isso e mais um pouco,
caminhando do ponto mais extremo, até o mais suave fazendo com que você se
misture e que em algum momento entre a bizarrice e a chatice você se identifique.
Ps: A trilha sonora é muito bacana!
Ps: A trilha sonora é muito bacana!
(Vai para a 3º temp)
Mas está no 5º episódio ainda...vamos ver como desenrola.
A química entre os casais é absurda e os personagens se desenvolvem
de forma bastante relativas aos acontecimentos.
Por exemplo: Em algumas séries como Grey’s anatomy os personagens
passam por traumas absurdos e um belo dia parece que não sobra nada daquilo
nele, parece que é exatamente como antes da coisa acontecer. Em HOD cada
acontecimento deixa uma marca nos personagens que você consegue identificar exatamente
quando surgiu e isso faz você se apegar ainda mais.
Ps: Eu já gostava da Rachel desde The O.C, então já estava na vibe do amor.
Ps: Eu já gostava da Rachel desde The O.C, então já estava na vibe do amor.
(Vai para 3º temp)

Les Revenants: Essa é minha nova aposta e parece ser bem diferente de uma forma agradável. Ela é sobre mortos que voltam do além, mas não são como fantasmas e nem como os zumbis de The Walking, é uma situação mais dramática e sofrida porque pessoas que morreram voltaram por só Deus sabe o que motivo, e de repente não têm mais lugar para elas no mundo, nem mesmo para as pessoas que eram muito amadas porque a existência delas já foi superada ou esquecida.
(Vai para a 2º temp)

666 Park Avenue: Foi cancelada porque os americanos são tontos e obviamente os republicanos ficaram de preconceitos com o nome da série e isso é triste pois ela era realmente boa e tinha muita coisa para dar. Com a morte súbita pela alta rejeição eles tentaram fazer um finalzinho com lógica que lhe mata de raiva, pois a essa altura você conhece a personagem e sabe que não seria bem daquele jeito, mas que consegue estancar a ferida do cancelamento e de todas as perguntas eternamente sem respostas (a não ser que você leia o livro). (Cancelada)

Lost Girl: É uma série fantasia que assim como True Blood propõe que junto com a gente existem vários outros seres mágicos convivendo normalmente, no entanto em Lost Girl eles são Fae (toda a galera dos contos de fadas, deuses e etc) se comportam como uma sociedade secreta e todas as espécies se alimentam dos humanos só que de formas diferentes, tendo quem coma desde os sentimentos até os cadáveres mortos com doenças contagiosas.
Tem bons personagens, a história é interessante e sempre tem algo novo por ser descoberto.
(Vai para a 4º temporada)
Por hoje é só pessoal e espero que tenha escolhido alguma para ver!
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Meu Carnaval cinéfilo ♥
Postado por
J.C Reis
Para todo mundo época de carnaval é tempo de tirar o
atraso de alguma coisa.
Para a maioria é de beijo na boca, para uns a "crista da
onda" são os livros que não conseguiram ler o ano todo, tem também quem prefira
viajar com a família e os aplicados que adiantam os assuntos da faculdade para não passar sufoco durante o semestre.
Admito que eu deveria
ser do time que adianta os assuntos, mas sou daqueles que viajam. Só que esse ano
acabei ficando em casa, procurei emprego no para o carnaval e não consegui nenhum, então aproveitei para ver todos os filmes que queria ver e
por alguma razão não tinha conseguido.
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Vídeos que mudam o olhar
Postado por
J.C Reis
Passamos tanto tempo na internet fazendo coisas absolutamente inúteis, que tal gastar um tempinho por aqui, vendo coisas que de fato irão acrescentar e muito a sua vida?
Esse te leva a questionar se você está realmente dando a sua vida o caminho que você imaginou, ou um caminho que te faz feliz.
Esse questiona pontos ligados ao preconceito racial que esclarece muito dos argumentos infundados que incautos costumam usar como avatar.
Leva a ferro e fogo o "e se fosse com você?"
Questiona os nossos meios de comunicação e esfrega na nossa cara fatos que ignoramos por conveniência e trazem a tona pontos que provavelmente tenham sido abordados com MUITA discrição anteriormente.
Faz olhar para detalhes da vida, causa auto reflexão a depender das experiências e da percepção que tem sobre a sua existência.
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Magic Mike - A mágica está logo abaixo do quadril....
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J.C Reis
Sexo► Homens ► Prostituição ► Lindo de se ver ►Filmes
Não tem um enredo bacana, na verdade não é isso que
interessa nesse filme. Você quer ver tudo, menos a profundidade da história ou
a complexidade dos personagens. Vi alguns sites classificando esse filme como drama,
mas espera aí! Drama por que minha gente!? Vamos celebrar a vida, o elenco é master
lindo e o formoso bumbum do Channing Tatum nas primeiras cenas é tudo do que
esse filme precisa. Essa foi a proposta do filme, ele era só pra causar furor
entre as mulheres e desafiar os atores. Não tinha relação com ser revelador (a
não ser revelar as partes dos corpos desses deusos)
Okey, bobagens a parte, não vejo motivo pra esse filme ser
chamado de drama, não vi uma historia triste ou batalhadora pra ser
contada. Ri de vergonha do começo do filme até o final e só "ri" por ter visto
sozinha no PC, se tivesse sido com amigos eu teria tido verdadeiros ataques de risos.
Vi algumas meninas reclamarem da forma como as mulheres são
tratadas no filme. Mas gente, eles são os objetos do caso e encaram com bom
humor por gostarem daquela vida. Não são obrigados a serem prostitutos e nem
toda dança termina com eles totalmente nus. Não sei falar muito sobre isso, mas
não acho que todo filme que aborde o submundo pornô tenha que ser um dramalhão
mexicano. Nem todas as pessoas que param nesse meio, são por terem sido vitimizadas pela sociedade.
Mas aí os puritanos dizem: Mas uma visão positiva sob a
prostituição, pode incentivar nossos jovens a embarcar nesse caminho sem volta.
O que eu tenho a dizer é: Um filme sozinho não faz uma lavagem
mental tão profunda assim!
Falando sobre prostituição, me lembrei de um filme europeu
que vi, chamado Elles. O filme gira em torno de uma jornalista que resolve escrever
um artigo sobre jovens prostitutas. O filme é um drama, mas não diretamente por
causa das meninas.
As prostitutas passam grande parte da história contando
sobre casos marcantes e dizendo as facilidades e dificuldades da vida que levam
com naturalidade, ar de deboche e sem muito do remorso esperado quando se trata
de assuntos como esse. A parte dramática surge mais do olhar da jornalista e da
relação que ela tinha com a própria vida e com a sexualidade. A cena que mais me marcou, foi o momento em
que ela sentiu vontade de fazer um sexo oral no marido dela e ele a rejeitou
por achar que ela fazer “aquele ato sujo” era passar dos limites e tipo, eles não transavam fazia muito tempo.
Bem, bem...comecei falando de uma coisa e terminei falando
de outra, assim a vida segue e o post acaba! Mas para concluir, se você gosta de
homens, homens bonitos, homens rebolativos, homens rebolativos coroas, jovens e bonitos.
Vem com a gente e passe um bom tempo vendo esse filme sem conteúdo e cheio da
mágica do Mike!
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Ted - O ursinho sem educação e sem muita graça
Postado por
J.C Reis
Filmes► Comédia ► Vamos pensar um pouco.► Decepção
A fama do Ted aconteceu antes mesmo do
filme chegar aos cinemas brasileiros. Lembro de ter ouvido vários buchichos
antes de finalmente sentir vontade de ver o filme que até então me parecia algo
inovador ou do tipo provocador (como God bless a America).
A última noticia que li antes de
finalmente vê-lo, tinha sido sobre um político desses que se preocupam mais com
a moral e com os bons costumes do que com o que a população tem para comer. Ele
queria proibir o filme de ser exibido para certa faixa etária (que não me
recordo qual foi) sob a desculpa do filme incitar maus comportamentos através
de um ícone infantil.
G_G eu sempre achei que Malhação já
fizesse algo assim.
Enfim, fui ver o ursinho da boca porca
cheia de esperanças de ter bons momentos (como tenho com o baby de Family Guy)
e tudo que vi foi um enredo bonitinho, a Mila sempre linda e um ursinho com
atitudes idiotas e extremamente boçais que não conseguiu me arrancar tantos
risos. Na verdade eu ri muito mais vendo um episodio de Chaves logo em seguida.
Não quero ser injusta, em alguns
momentos eu senti pequenos toques legais no roteiro, mas não foi nada que
chegasse a ser uma critica de fato. Um dos bons momentos foi um no qual o
carinha que esqueci o nome, resolveu andar sozinho na rua e o personagem da
Mila oferece carona pra ele. Ela diz que é perigoso andar naquela hora por alí
e como contra argumento ele diz uma das coisas idiotas que sempre são usadas
contras mulheres vítimas de estupro. Ele diz algo como: “Se acontecer alguma
coisa vai ser por culpa minha e da roupa inapropriada que eu estou vestindo” (e
ele estava vestido normalmente), ta aí um momento que eu gostei.

Quem me conhece sabe que sou implicante
com detalhes, em construções narrativas como as de um filme ou a de uma propaganda elas
são significativamente importantes!
Gente! Porque o único cara gay que
aparece no filme, tem que ser o maluco lunático? Fora que os personagens sentem
necessidade de enfatizar o tempo todo que são machos,mesmo quando em cenas que
eram obviamente somente sobre carinho entre dois amigos de infância.
Enfim...o filme é vazio e não deixa
nenhuma mensagem bacana e praticamente nenhum item para reflexão. Para
passar o tempo é bom, mas para chamar de melhor filme ou algo assim...NUNCA.
Terminei o filme sem saber se tinha odiado ou curtido, mas fiquei com a certeza de que no item animação, eles
estão mesmo de parabéns!
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Mila Kunis
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Cine em casa (Julho/Agosto)
Postado por
J.C Reis
Filmes ► Raros tempos livres ► Opinião ► Indicação
Vi muitos filmes e fiquei com preguiça de falar sobre todos eles. Ando bastante preguiçosa para o blog nesses últimos meses, mas mesmo assim não poderia deixar de registrar aqui os filmes que mais gostei de ver e que me fizeram parar e pensar um pouco sobre determinados assuntos.
Em cada um terá um pouco da minha visão pessoal sobre eles. Para saber mais sobre a sinopse do filme ou opniões técnicas e cheias de fru-frus lhe aconselho procurar o Google.
Shame
No começo fiquei constrangida com a
objetividade do filme.
Até você perceber que não se trata de
um filme machista que só fala de sexo e de quantas mulheres ele é capaz de
"pegar", você demora no mínimo uns 30 min.
Não há pudor nas cenas e você quase não é poupado, porém é tudo muito real e muito triste também.
A relação dele com o sexo é quase dolorosa. Digo isso porque ele não gosta da sua condição de escravo das relações sexuais (e quem gostaria?), mas se mantém naquela situação por não ter escolha. E de fato o filme deu a entender que não há opção desde que algo ceifou a capacidade que ele tinha de amar alguém e manter o sentimento por algum espaço de tempo considerável ou que atravessasse as barreiras do sexo. Mesmo tentando é quase impossível ele se livrar do karma que é ser escravo da pornografia.
Não há pudor nas cenas e você quase não é poupado, porém é tudo muito real e muito triste também.
A relação dele com o sexo é quase dolorosa. Digo isso porque ele não gosta da sua condição de escravo das relações sexuais (e quem gostaria?), mas se mantém naquela situação por não ter escolha. E de fato o filme deu a entender que não há opção desde que algo ceifou a capacidade que ele tinha de amar alguém e manter o sentimento por algum espaço de tempo considerável ou que atravessasse as barreiras do sexo. Mesmo tentando é quase impossível ele se livrar do karma que é ser escravo da pornografia.
Fight Club
Já tinha ouvido falar desse filme milhões de vezes
e do livro ainda mais.
Desencorajada pela capa, me resguardei tanto quanto
ao filme que simplesmente demorei esse tempo todo para abrir o pacote e
descobrir essa pérola.
Peguei pra ver sem ter lido sinopse ou criticas,
não sabia nada do filme e me entreguei totalmente.
Não julgue o livro pela capa! Nem os DVD's, essa
foi a principal lição que aprendi.
Trata-se de um filme GENIAL, questionador e sem
dúvida, fruto das filosofias anarquistas.
Não sou fã do anarquismo e não com concordo com 1/3
do que se prega, no entanto o filme colocou tudo de uma forma que fez tanto
sentido que alguns que talvez não tenham a cabeça tão feita possam misturar as
verdades ditas com a severidade com as quais elas foram tratadas. (Não vire um
revoltadinho insuportável, pleaseee)
Pode parecer contraditório, mas
respeito filmes que propagam algo, mesmo que sejam somente dúvidas. Eles
parecem mais verdadeiros e feitos com mais coração.
O mais bacana é que as amarras do filme vão muito além do enredo e invadem a edição do filme. Daí não conto mais porque é legal você googlar e entender o que se passou somente depois de ter visto o filme.
O mais bacana é que as amarras do filme vão muito além do enredo e invadem a edição do filme. Daí não conto mais porque é legal você googlar e entender o que se passou somente depois de ter visto o filme.
Inglourios basterds
Como o anterior esse é um titulo bem conhecido
também, mas tenho problemas com assistir as coisas no exato momento do sucesso,
não é querendo ser do contra nem nada, mas não consigo sentir me motivada.
Prefiro desejar ver e pronto. E assim aconteceu com esse titulo.
Curti e curti muito.
Amo as viagens do Quentin Tarantino e não teria uma
realidade alternativa para a queda do Reich melhor do que essa que ele bolou.
Sinceramente o filme não é o mais nutrido
de conteúdo, mas só o fato de nos levar para imaginar como seria
a vingança dos judeus de uma forma tão bem estruturada, repletas de
pitadas de humor e com uma atuação supimpa do Brad Pitt. É incrível!
Snow Flower and the secret fan
Sem dúvida é um lindo filme e duvido muito que eu fosse capaz de
achar algo diferente disso.
Ele trás a tona parte da cultura chinesa ( o oriente é meu ponto fraco), com as historias das Pés de Lotus ( que são mais legais que as mulheres girafas). Li sobre elas e suas peculiaridades durante a faculdade de moda, quando falávamos sobre o conceito do que pode ser belo e atraente.
Poder entrar mais fundo nas práticas e ver um enredo se desenrolar sob esse pano de fundo, foi mágico!
Ele trás a tona parte da cultura chinesa ( o oriente é meu ponto fraco), com as historias das Pés de Lotus ( que são mais legais que as mulheres girafas). Li sobre elas e suas peculiaridades durante a faculdade de moda, quando falávamos sobre o conceito do que pode ser belo e atraente.
Poder entrar mais fundo nas práticas e ver um enredo se desenrolar sob esse pano de fundo, foi mágico!
É um filme sensível que fala sobre
o verdadeiro valor da amizade sob um viés diferente que vale muito a pena ser
visto.
Dirty Girl
Esse filme diferentemente dos outros,
olhei com preconceito e posso até dizer que me surpreendi. Ele se passa nos
anos 80 ou algo por aí. Ela é revoltadinha e tem um pensamento diferenciado
quanto o que é ser uma garota.
Por mais retrô que seja o filme, o tema é tão
atual que só consegui perceber a localização temporal dele por causa da
trilha e do figurino.
Ela e o amigo gay, pegam a estrada em uma
viagem de auto descoberta bacana, mas é o fim do filme que me deixa um
pouco triste.
Durante toda a evolução do enredo a
grande afirmação era, "ninguem gosta de garotas más" ou algo assim
não tão longe da minha tradução fail. A qual eu concordo em partes.
Mas a forma na qual eles expressaram
que a Daniele deixou de ser vadia...
Parar de usar make forte e começar a se
vestir como as outras garotas é realmente um sinal de ser inteligente?
Padronizar é de fato a melhor forma de levar as coisas?
Poxa, a personagem tinha uns ideias
super fortes, aí eles resolvem tudo transformando ela em uma garota
aparentemente comum para satisfazer as expectativas da sociedade
sobre ela. Puff!
Hemingway & Gellhorn
Gostaria que tivesse sido antes, mas o
primeiro contato que tive com a obra do Hemingway foi através de
um blog que nem me lembro mais o nome, mas lembro perfeitamente do comentário
que a blogueira fez sobre ele. Ela havia dito que ele era seu escritor favorito por tais
razões que me motivaram a saber de quem se tratava.
Depois daí li algumas coisas e o
esqueci.
Esqueci até assistir Meia noite em
Paris, filme muito bom que indico sem medo. O personagem foi retratado como uma pessoa tão triste, de uma
forma que pinta a Gellhorn como uma piranha que estraçalhou o coração e a mente dele.
Aí fui ler sobre eles né? Criei todo um imaginário e continuei pintando a Gellhorn como uma megera alcoólatra e promiscua.
Aí fui ler sobre eles né? Criei todo um imaginário e continuei pintando a Gellhorn como uma megera alcoólatra e promiscua.
Quando soube desse filme corri como
louca pra ver, e quando o terminei comecei a simpatizar com a Gellhorn e apoiar
grande parte das suas decisões.
Ela foi corajosa e a frente do seu
tempo. O Hemingway apesar de genial era dependente e dominador. O que
aconteceu com eles foi uma fatalidade da vida, por mais que se amassem e se
admirassem, um não estava pronto para o outro.
É um ótimo filme que fala não somente
do relacionamento complicado deles, mas que também possui um pano de fundo bem
interessante, que é a guerra espanhola.
Roman Holiday
Ainda estou na caminhada para ver todos os filmes que conseguir da Audrey linda Hepburn.
Esse filme é em PB, mas depois dos primeiros 15min você nem se quer repara mais nisso e sua mente dá as cores para as coisas. Por exemplo, agora quando me lembro das cenas, me recordo de todas elas coloridas hahaha.
O final é lindo e o desenrolar da história é uma fofura que dá de dez nos filmes de princesas revoltadas ou perdidas e filhas de presidentes da Disney (não que eu os dispense).
Sintetizo esse filme em uma frase só.
Roma Holiday é como um sopro de felicidade.
Não falei sobre todos os títulos que gostaria de ter citado e ainda me empolguei e escrevi demais da conta! rs
Vou por as fotinhos de alguns outros que vi e também curti muito.

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