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Dicas de séries.

Resolvi fazer lista de séries porque gosto muito de fazer listas, não tenho nada de importante para fazer essa hora (03:45 a.m) e não consigo dormir kkk

Smash: Muita gente odeia, mas eu curti bastante. Sempre gostei do universo da série e todas essas coisas de dança e musicais. Se essa é sua vibe, vale a pena conferir!
Por mais que o argumento inicial não tivesse muitos caminhos para serem explorados, eles conseguiram fazer um ótimo trabalho. Não tinha para onde fugir essa série não foi feita para durar mais que duas temporadas e por mais que eles tenham feito um ótimo trabalho desenvolvendo novos conflitos, o fim foi inevitável, por isso definharam e morreram até com certa classe. Os atores no geral são muitoo bons, mas às vezes eles querem que você acredite em coisas que não são muito verdadeiras sabe? Um bom exemplo disso é querer fazer com que o telespectador acredite que a Katharine Mcphee é uma boa dançarina ao ponto de chegar de cara e ganhar a Broadway com todo o seu talento reluzente de principiante, ela é definitivamente uma cantora estupenda, lindíssima, mas se nem a Audrey Hepburn conseguiu ser dançarina por ser altona e desengonçada, imagina a Kath toda sem jeito e sem tipo físico para interpretar a Marilyn Monroe, ganhando o papel sem ter nenhuma experiência anterior!  Pequenas faltas como essa fizeram a série se tornar um tanto surreal, já que tudo se baseava neste ponto. Na verdade, também havia personagens muito ricos que não receberam a devida atenção, talvez por medo de perder o foco, sei lá. (Cancelada na 2º temporada).

Dates: É do mesmo criador de Skins, então parte do mesmo princípio de adentrar o mundo de pessoas problemáticas cada uma ao seu modo e desenvolver aos poucos um mundo em cada episódio, até que eles comecem a se entrelaçar.
Queria explicar dois pontos legais do Bryan Elsley que me fizeram amar antes de odiar Skins:
Não fica definido qual é o personagem principal logo de cara, é preciso caminhar bastante pra você ter uma noção de quem é a real intersecção de todos os mundos e se ele não for o personagem que você mais gosta, provavelmente não tem problema, pois seu personagem não vai perder espaço como acontece na maioria das séries (mas pode perder a intensidade).
A possibilidade de ver a mesma condição sob vários ângulos é muito legal!
Por exemplo: Você vê essa garota mega produzida indo pra uma balada super legal com uma super gata e depois essa mesma garota totalmente deprimida saindo obrigada com um cara detestável em um restaurante sem graça.
(Vai para a 2º temp)


Girls: Vi muitos comparem com Sex in the city, mas sério, obviamente é uma referência forte pra qualquer série que queira seguir esse caminho (vida das mulheres) e durar, mas a Hanna é mais freak  que qualquer uma.
Acho muito difícil falar dessa série, ao mesmo tempo em que os personagens são muito realistas eles podem ser completamente bizarros, assustadores e lhe fazer pensar que ninguém faria aquilo, mas é mentira, você sabe que fazem e só não quer acreditar porque é muito doloroso pensar que existem muitos Adams por aí!
A história gira em torno da Hanna e suas amigas que acabaram de se formar em diferentes áreas de humanas (não tem bons empregos) e permeiam os 24 anos de idade de puro fracasso. Ela não se atém a falar somente sobre drogas, sexo, inseguranças pessoais ou futuro, ela fala sobre tudo isso e mais um pouco, caminhando do ponto mais extremo, até o mais suave fazendo com que você se misture e que em algum momento entre a bizarrice e a chatice você se identifique.
Ps: A trilha sonora é muito bacana!
(Vai para a 3º temp)

Twisted : É bem novinha e só fui assistir porque vi no tumblr de uma amiga e o um carinha é muito bonito (shame on me), mas a série era muito mais profunda que a beleza e charme dele ou o ambiente colegial que acabei tomando um certo nojo ao longo do tempo. A grande sacada é que você não ter certeza de quem ele realmente é, em alguns momentos você tem absoluta certeza que ele é do bem apesar de ter matado uma pessoa com apenas 11 anos de idade e torce para que tenha havido uma razão muito forte para ele ter feito, mas depois você não tem certeza se ele é como o Kevin (do filme)  e está lhe enganando assim como a todos na série. O personagem é tão cativante quanto o Dexter e mesmo se você descobrir que ele é o assassino você vai continuar amando e torcendo pra ele não ser pego.
Mas está no 5º episódio ainda...vamos ver como desenrola.

Hart of Dixie: Não é drama, é linda, ensolarada, alegre, despretensiosa e engraçada.
A química entre os casais é absurda e os personagens se desenvolvem de forma bastante relativas aos acontecimentos.
Por exemplo: Em algumas séries como Grey’s anatomy os personagens passam por traumas absurdos e um belo dia parece que não sobra nada daquilo nele, parece que é exatamente como antes da coisa acontecer. Em HOD cada acontecimento deixa uma marca nos personagens que você consegue identificar exatamente quando surgiu e isso faz você se apegar ainda mais.
Ps: Eu já gostava da Rachel desde The O.C, então já estava na vibe do amor.
(Vai para 3º temp)









 
Les Revenants: Essa é minha nova aposta e parece ser bem diferente de uma forma agradável. Ela é sobre mortos que voltam do além, mas não são como fantasmas e nem como os zumbis de The Walking, é uma situação mais dramática e sofrida porque pessoas que morreram voltaram por só Deus sabe o que motivo, e de repente não têm mais lugar para elas no mundo, nem mesmo para as pessoas que eram muito amadas porque a existência delas já foi superada ou esquecida.
 (Vai para a 2º temp)






666 Park Avenue: Foi cancelada porque os americanos são tontos e obviamente os republicanos ficaram de preconceitos com o nome da série e isso é triste pois ela era realmente boa e tinha muita coisa para dar. Com a morte súbita pela alta rejeição eles tentaram fazer um finalzinho com lógica que lhe mata de raiva, pois a essa altura você conhece a personagem e sabe que não seria bem daquele jeito, mas que consegue estancar a ferida do cancelamento e de todas as perguntas eternamente sem respostas (a não ser que você leia o livro). (Cancelada)




Lost Girl: É uma série fantasia que assim como True Blood propõe que junto com a gente existem vários outros seres mágicos convivendo normalmente, no entanto em Lost Girl eles são Fae (toda a galera dos contos de fadas, deuses e etc) se comportam como uma sociedade secreta e todas as espécies se alimentam dos humanos só que de formas diferentes, tendo quem coma desde os sentimentos até os cadáveres mortos com doenças contagiosas.
É difícil falar da história sem dar spoiler porque você vai descobrindo tudo aos pouquinhos, junto com “heroína” que foi criada por humanos e não fazia idéia que era uma Fae e muito menos uma Súcubos (se alimenta da energia sexual das pessoas e de outros Faes).
Tem bons personagens, a história é interessante e sempre tem algo novo por ser descoberto.
(Vai para a 4º temporada)

Por hoje é só pessoal e espero que tenha escolhido alguma para ver!

Skins

Séries ►Europa ► Indicações 

Faz anos que quero falar sobre isso e NADA!
Dessa vez, sentada na minha cadeirinha nesse lindo domingo, resolvi desentalar todos os temas há tempo pensados, mas que até hoje só ficaram nisso.
Sendo assim, Skins é uma série de origem UK que como o nome já diz “pele” ela ao seu próprio modo, consegue nos fazer conhecer cada personagem da trama, e nos mantém aquém do ódio que gostaríamos de sentir por alguns deles. A estrutura da série nos permite ver mais que vilões ou mocinhos. Contemplamos também os motivos e as dificuldades de cada um, sendo assim. Amar algum dos personagens por pura identificação é muito fácil. Colocamos-nos sempre na pele do outro.
A primeira temporada estreou em 2007 e hoje já está indo para a sua sexta temporada, a qual espero um tico curiosa. Uma das muitas peculiaridades da série é ela ser dividida em gerações. Temos a oportunidade de acompanhar a vida de um grupo de “amigos” entre seus 16 e 18 anos por dois anos, mas deixando muito claro que nada acaba quando paramos de ver, ou começa com a temporada.
Talvez não esteja me expressando muito bem, mas a sensação que dá, é que tudo aquilo aconteceria mesmo que não fosse uma série, mesmo que não estivéssemos olhando. É como se estivéssemos da janela, observando a vida deles passando como se nada fosse premeditado ou proposital. Quase como em um documentário.
Nessas 5 temporadas, já conhecemos 3 gerações diferentes. Cada geração ganha duas temporadas. Os perfis não são tão diferentes, mas as experiências são sempre únicas. Minha geração preferida foi a primeira e por identificação meu personagem preferido era um jovem chamado Sid. Confuso, virgem, nada estudioso que vivia a sombra de seu melhor amigo Tony e mantinha um amor platônico nada secreto pela namorada do mesmo. Depois do Sid, meu personagem favorito é a Cassie que por sua vez, se torna par romântico dele.
De primeira não gostei. Para mim pareceu uma série que falava de um bando de drogados adolescentes que não arcavam com as conseqüências dos seus atos. Depois vi que era tudo isso e mais um pouco. Não se tratava somente de apologia apesar de em alguns momentos realmente ela ser forte. Eram pessoas comuns, tristes, problemáticas e que tinham como esporte favorito usar um baseado e encher a cara assim como 1/3 da população de cada país.
Bons exemplos eles não são. Mas sem dúvida é um ótimo passatempo.
Agora veio a versão americana que não passa de um remake imbecil que se perde da proposta inicial. Veja a original, tem muito mais valia. Só a Elizabeth Stonem faria a Effy falar tanto com os olhos.

 Gifs By:http://skinsgifs.tumblr.com

Mad Men - Série sobre os publicitários dos anos 60



Séries► Indico ► Publicidade ► Anos 60


Descobri Mad Men quando vi uma entrevista do Washington Olivetto na qual ele dizia que foi entrevistado e tomado como uma das fontes de pesquisa para que a série fosse elaborada!

Daí!? Lógico que eu tinha que ver né?

Ele não elogiou muito, disse até que era muito fantasiosa e todas essas coisas que os publicitários dizem para esconder algumas coisas chatas do oficio debaixo do tapete e enfrentar a fama de bad guys.
Ainda estou na primeira temporada, mas já sei que desejo ir até o final.
“A história se passa em 1960, na fictícia agência de publicidade Sterling Cooper. O foco da trama está na vida do publicitário Donald Draper e nas pessoas fazem parte de sua vida dentro e fora do escritório, além de mostrar as mudanças de comportamento da "América dos anos 60".” Fonte:www.vejoseries.com


Indico pra quem curte dar uma viajada pela história e obviamente para publicitários e aspirantes, não por ser um verdadeiro manual nem por nada parecido com isso.

Indico por ser uma série bacana que não recebeu a atenção que merecia e tratar de assuntos que pelo sim ou pelo não, são nossos velhos conhecidos.

Entre o pagode e o abará a Bahia esconde muita música boa.

Música ► Dicas ► Rock Baiano 
Cale o preconceito e abra bem os ouvidos!

Ultimamente ando tão imersa na música local que preciso mesmo compartilhar títulos muito dignos com vocês. Não os acabei de conhecer, mas somente agora eu tenho vivido uma relação intensa com eles e andado pra cima e para baixo cantarolando canções que falam sobre as coisas vida e obviamente sobre o amor (tudo indica que ainda acharei muito gente bacana e postarei se a preguiça não bater). O que mais gosto nas bandas que vou citar além da origem, é o conteúdo das letras.
Estamos comercialmente acostumados com os mesmos pontos de vista sobre os mesmos aspectos já conhecidos da vida, falas otimistas ou intimas me chamam atenção. Não sei deixar muito claro sobre o que estou falando e estou digitando tudo que me vem à mente na esperança de achar uma explicação coerente para que você possa comungar do meu pensamento e quem sabe até discordar.
A primeira banda de rock nacional que tive admiração por letras que falam da vida com tamanha vivência e proximidade foi o Los hermanos (soufã). Poderiam me lembrar sobre o Gonzaguinha ou outros gêneros genuinamente brasileiros que falam também sobre a vida dentro de aspectos culturais. Mas não é sobre isso que estou falando.
Sabe aquele tipo de cara que se apaixona por uma garota visualmente normal? Sim, uma beleza do tipo comum, mas que observa os trejeitos, as manias, os sorrisos e admira cada pedaço dela seja ele físico ou mental.Ou aqueles que capturam a energia de um lugar, de um momento e sintetizam em poesias capazes de quase lhe fazer chegar lá mentalmente e sentir o que ele sentiu. Pronto, é disso que estou falando! De músicas que agem como fotográficas capazes de mostrar a alma das pessoas, pessoas que podem ter qualquer rosto e te fazem lembrar daquilo que você pode ser ou dos “alguens” que já passaram por sua vida.
Não me aprofundo no fato de todas essas bandas serem locais, pois sinto que isso seria assunto interessante para um próximo post. Por enquanto, peço que escutem cada uma delas tentando sentir o que eu estou falando e abrir o coração para um novo cd no seu mp4.

Cascadura
Formidável família musical

Maglore
Falsos modernos
Scambo

Acabei não colocando tudo que poderia colocar, depois faço uma continuação desse post. 

O poder de inspirar.

Inspiração ► Vida ► Dica ► Youtube

Comercial da Converse
Nesse post, não pretendo ir tão longe nesse assunto quanto o tema facilmente me possibilitaria. Só quero mesmo apresentar um vídeo que alcançou totalmente o seu objetivo motivador. Ao menos comigo funcionou perfeitamente e sou do tipo que cospe em livro de auto ajuda e jura de pé junto nunca ter lido The secret (mas leu).
É um vídeo inspirador que fala sobre a evolução histórica da relação das pessoas com os seus empregos, suas escolhas e sobre o que pode ou não lhe fazer feliz, um pouco sobre a geração Y e visão de mundo globalizado.
Ele se tornou um dos meus preferidos e faço questão de repassar a pergunta que me fez passar dias pensando sobre o meu posicionamento diante da vida, e que agora é um dos maiores responsáveis pela minha atual realidade.
Ninguém está lhe dizendo para largar o emprego e mudar drasticamente a sua vida, a proposta aqui é que você se lembre do que pensava da vida quando era somente um adolescente cheio de sonhos e que não sabia exatamente o que gostaria de estar fazendo exatamente agora, mas que tinha lá seus parâmetros para ser feliz na sua idade. E agora? Alguma coisa deu errado?
Por que não tentar arrumar tudo do seu jeito hein!?


Este vídeo é o resultado de diversos estudos realizados pela Box1824. É um projeto sem fins lucrativos ou comerciais. Box1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo.

Escrito e dirigido por : Lena Maciel, Lucas Liedke e Rony Rodrigues 
Agradecimento especial : Zeppelin Filmes
Montagem: Fernanda Krumel
Finalização: Bebop Studio

Cine em casa (Julho/Agosto)


Filmes ► Raros tempos livres ► Opinião ► Indicação


Vi muitos filmes e fiquei com preguiça de falar sobre todos eles. Ando bastante preguiçosa para o blog nesses últimos meses, mas mesmo assim não poderia deixar de registrar aqui os filmes que mais gostei de ver e que me fizeram parar e pensar um pouco sobre determinados assuntos.
Em cada um terá um pouco da minha visão pessoal sobre eles. Para saber mais sobre a sinopse do filme ou opniões técnicas e cheias de fru-frus lhe aconselho procurar o Google. 


Shame
   No começo fiquei constrangida com a objetividade do filme.
Até você perceber que não se trata de um filme machista que só fala de sexo e de quantas mulheres ele é capaz de "pegar", você demora no mínimo uns 30 min. 
Não há pudor nas cenas e você quase não é poupado, porém é tudo muito real e muito triste também.
A relação dele com o sexo é quase dolorosa. Digo isso porque ele não gosta da sua condição de escravo das relações sexuais (e quem gostaria?), mas se mantém naquela situação por não ter escolha. E de fato o filme  deu a entender que não há opção desde que algo ceifou a capacidade que ele tinha de amar alguém e manter o sentimento por algum espaço de tempo considerável ou que atravessasse as barreiras do sexo. Mesmo tentando é quase impossível ele se livrar do karma que é ser escravo da pornografia.

Fight Club

Já tinha ouvido falar desse filme milhões de vezes e do livro ainda mais.
Desencorajada pela capa, me resguardei tanto quanto ao filme que simplesmente demorei esse tempo todo para abrir o pacote e descobrir essa pérola. 
Peguei pra ver sem ter lido sinopse ou criticas, não sabia nada do filme e me entreguei totalmente.
Não julgue o livro pela capa! Nem os DVD's, essa foi a principal lição que aprendi.
Trata-se de um filme GENIAL, questionador e sem dúvida, fruto das filosofias anarquistas.
Não sou fã do anarquismo e não com concordo com 1/3 do que se prega, no entanto o filme colocou tudo de uma forma que fez tanto sentido que alguns que talvez não tenham a cabeça tão feita possam misturar as verdades ditas com a severidade com as quais elas foram tratadas. (Não vire um revoltadinho insuportável, pleaseee)
Pode parecer contraditório, mas respeito filmes que propagam algo, mesmo que sejam somente dúvidas. Eles parecem mais verdadeiros e feitos com mais coração.
O mais bacana é que as amarras do filme vão muito além do enredo e invadem a edição do filme. Daí não conto mais porque é legal você googlar e entender o que se passou somente depois de ter visto o filme.


Inglourios basterds
Como o anterior esse é um titulo bem conhecido também, mas tenho problemas com assistir as coisas no exato momento do sucesso, não é querendo ser do contra nem nada, mas não consigo sentir me motivada. Prefiro desejar ver e pronto. E assim aconteceu com esse titulo.
Curti e curti muito.

Amo as viagens do Quentin Tarantino e não teria uma realidade alternativa para a queda do Reich melhor do que essa que ele bolou.

Sinceramente o filme não é o mais nutrido de conteúdo, mas só o fato de nos levar para imaginar como seria a vingança dos judeus de uma forma tão bem estruturada, repletas de pitadas de humor e com uma atuação supimpa do Brad Pitt. É incrível! 



Snow Flower and the secret fan


Sem dúvida é um lindo filme e duvido muito que eu fosse capaz de achar algo diferente disso.
Ele trás a tona parte da cultura chinesa ( o oriente é meu ponto fraco), com as historias das Pés de Lotus ( que são mais legais que as mulheres girafas). Li sobre elas e suas peculiaridades durante a faculdade de moda, quando falávamos sobre o conceito do que pode ser belo e atraente. 
Poder entrar mais fundo nas práticas e ver um enredo se desenrolar sob esse pano de fundo, foi mágico!
É um filme sensível que fala sobre o verdadeiro valor da amizade sob um viés diferente que vale muito a pena ser visto. 



Dirty Girl

Esse filme diferentemente dos outros, olhei com preconceito e posso até dizer que me surpreendi. Ele se passa nos anos 80 ou algo por aí. Ela é revoltadinha e tem um pensamento diferenciado quanto o que é ser uma garota.
Por mais retrô que seja o filme, o tema é tão atual que só consegui perceber a localização temporal dele por causa da trilha e do figurino.
Ela e o amigo gay, pegam a estrada em uma viagem de auto descoberta bacana, mas é o fim do filme que me deixa um pouco triste.
Durante toda a evolução do enredo a grande afirmação era, "ninguem gosta de garotas más" ou algo assim não tão longe da minha tradução fail. A qual eu concordo em partes.
Mas a forma na qual eles expressaram que a Daniele deixou de ser vadia...
Parar de usar make forte e começar a se vestir como as outras garotas é realmente um sinal de ser inteligente? Padronizar é de fato a melhor forma de levar as coisas?
Poxa, a personagem tinha uns ideias super fortes, aí eles resolvem tudo transformando ela em uma garota aparentemente comum para satisfazer as expectativas da sociedade sobre ela. Puff!


Hemingway & Gellhorn

Gostaria que tivesse sido antes, mas o primeiro contato que tive com a obra do Hemingway foi através de um blog que nem me lembro mais o nome, mas lembro perfeitamente do comentário que a blogueira fez sobre ele. Ela havia dito que ele era seu escritor favorito por tais  razões que me motivaram a saber de quem se tratava.
Depois daí li algumas coisas e o esqueci.
Esqueci até assistir Meia noite em Paris, filme muito bom que indico sem medo. O personagem foi retratado como uma pessoa tão triste, de uma forma que pinta a Gellhorn como uma piranha que estraçalhou o coração e a mente dele. 
Aí fui ler sobre eles né? Criei todo um imaginário e continuei pintando a Gellhorn como uma megera alcoólatra e promiscua.
Quando soube desse filme corri como louca pra ver, e quando o terminei comecei a simpatizar com a Gellhorn e apoiar grande parte das suas decisões.
Ela foi corajosa e a frente do seu tempo. O Hemingway apesar de genial era dependente e dominador. O que aconteceu com eles foi uma fatalidade da vida, por mais que se amassem e se admirassem, um não estava pronto para o outro.
É um ótimo filme que fala não somente do relacionamento complicado deles, mas que também possui um pano de fundo bem interessante, que é a guerra espanhola.


Roman Holiday
Ainda estou na caminhada para ver todos os filmes que conseguir da Audrey linda Hepburn.
Esse filme é em PB, mas depois dos primeiros 15min você nem se quer repara mais nisso e sua mente dá as cores para as coisas. Por exemplo, agora quando me lembro das cenas, me recordo de todas elas coloridas hahaha.
O final é lindo e o desenrolar da história é uma fofura que dá de dez nos filmes de princesas revoltadas ou perdidas e filhas de presidentes da Disney (não que eu os dispense).
Sintetizo esse filme em uma frase só.
Roma Holiday é como um sopro de felicidade.





Não falei sobre todos os títulos que gostaria de ter citado e ainda me empolguei e escrevi demais da conta! rs
Vou por as fotinhos de alguns outros que vi e também curti muito.

                                             


Espelho , espelho meu


Filmes ► Novidades ► Indicação ► Conto de fadas

Quem está louco pra ver a Julia Roberts de bruxa má levanta a mão!
\o/
Essa onda de conto de fadas é bem melhor que a moda dos zumbis ou a dos vampiros. Estou adorando tudo isso e sinto que irei amar esse novo filme.
Gostar dessas coisas não provêm somente do fato de ser menina ou ter tido uma infância muito bem vivida.
Penso que se é para lidar com temas clássicos, que sejam os melhores então! No geral, essas histórias milenares são sempre muito engraçadas e vale muito a pena serem trabalhadas.
Existem pessoas que se sentem profundamente agredidas com as modificações feitas constantemente nas histórias. Para essas, vale dizer que a maioria delas surgiu no norte da Europa e que a priori eram violentas e sanguinárias. Mas com o tempo os contos foram viajando e se modificando de acordo com os costumes dos povos em que chegavam. Isso continuou até o momento que caíram nas mãos dos irmãos Grimm, se tornaram politicamente corretas e saíram do boca a boca para algo concreto.
Se você é tão anti mudanças assim, preferia então dizer que o Lobo mau era um pedófilo e que nunca existiu um caçador para salvar a vovó?
Talvez eu até vença a minha preguiça e falta de tempo, somente para ir até o cinema ter o prazer de ver a estreia agora em Abril.
Vamos comigo!?
Vejam o Trailler e tenho certeza que não irão me negar companhia!




New Girl

Seriados ► New Girl ► Zooey ► Comédia ► Indicação

• Você teve o prazer de assistir (500) Days of Summer ? Esse filme foi lançado em 2009 e foi um sucesso. Se você não assistiu, tudo bem, sempre tem tempo. Corra já para a locadora!
• Você conhece uma banda indie chamada She and Him? Lançaram o primeiro álbum em 2008 se eu não estiver redondamente enganada. Ok, você também não conhece?
• E você já ouviu falar na linda Zooey Deschanel? Ela esteve em filmes como Quase famosos , Um Funeral Muito Louco e etc.
Olha só, se todas as respostas acima foram não. Zero pra você! Tá precisando se informar mais meu filho! Como pode uma coisa dessas?
Se alguma das respostas foi SIM! Parabéns! Isso já é o suficiente pra você ter noção do quanto The New Girl é bom!
 The New Girl, conta a historia de uma linda professora primária que após ter sido traída pelo seu namorido, se vê obrigada a procurar outro lugar para morar. Em pesquisas pela internet ela descobre um apartamento no qual ela imaginava morar somente garotas, mas pra sua surpresa, moram 3 rapazes. Nem um pouco intimidada ela não recua quanto a sua vontade de morar ali, e convencidos pelo poderoso argumento de Jéss (ter amigas modelos), eles resolvem a receber como inquilina.
Na casa mora o Nick Miller, Schmidt, Winston Bishop. Cada um com seus problemas e particularidades. Em alguns momentos a série me lembra um pouco de Friends, só que muito mais engraçada e sutil.
Ainda precisa dizer que eu super indico?
Geralmente odeio seriados de comédia. Não sou do tipo que ri de piadas forçadas tipo The officer, Big ban teory e etc. Mesmo assim, ri que nem boba vendo New Girl
Ainda está na primeira temporada. Um ótimo momento pra se tornar um novo folower.

Adorável Psicose

Séries ► Internet► Figurino ► Indicações

Há tempos tenho o costume de assistir series pelo youtube. Sim, nunca falei nisso não sei exatamente por qual motivo.
Mas faz tempo que fico me lembrando de postar sobre Admirável psicose e sempre me esqueço. Mesmo quando a Natália participou do Jô eu me esqueci, continuei esquecendo mesmo quando ela fez a propaganda do Sempre livre. E mais uma vez me esqueci quando a vi em um programa da rede Globo, acho que foi naquele que passa aos sábados, totalmente kitsch chamado Esquenta G_G.
Aqui vai aqui um resuminho básico vindo direto do Wikipédia para que finalmente tenha idéia do que eu estou falando, se realmente não conhecer.
Natalia é uma jovem que acha dilemas nos mínimos aspectos da sua vida. Qualquer que seja a situação do dia, sua reação não é normal. Por isso, ela decide procurar tratamento com uma psicanalista, a Dra. Frida. As consultas servem para que a personagem revele seus problemas pessoais e sociais. A proposta da série é parecida com “As Confissões de Penélope”, estrelada por Eva Wilma em 1969. Nessa atual versão, Natália é solteira, tendo ao seu lado dois melhores amigos que tentam ajudá-la. No elenco também estão Juliana Guimarães, Carol Portes e Raoni Seixas.
Não tenho TV a cabo e creio que se tivesse continuaria assistindo as coisas somente pela internet, afinal, posso ver nas poucas horas livres que me sobram coisas que me fazem feliz e a melhor parte é ser de graça.
A série é ótima, e em pouco tempo se tornou uma das minhas preferidas. Os devaneios, os figurinos e os quotes são espontâneos e incrivelmente próximos da minha realidade. Pode ser da sua também! Quem sabe né?
Se você não tem certeza se vale ou não a pena perder seu tempo assistindo essa série, que tal ler um pouco so blog da Natália? Te convido a ler ao menos um post, e se não se sentir envolvido com os pensamentos incomuns dela, você realmente não tem nada que fazer assistindo uma série boba de humor.
http://www.adoravelpsicose.com.br/
Você pode assistir pelo Youtube no canal do Zingo Schneider.
Daí você vai entender o que é gordofobia, gayzorcismo e outras expressões.

Clarice Falcão

Internet► Música ► Indicações ► Youtube
Descobri outro dia assistindo uns vídeos lá no Parafernalha e valeu muito a pena.
Procurei mais coisas e descobri que ela é atriz. Não assisto muito novela, talvez por isso não me recordasse dela em A favorita, sendo uma adolescente grávida.
Pesquisei mais um pouco e descobri uma série, chamada Vendemos cadeiras que passa no canal Multishow. Assisti um episódio, mas não me apeguei muito.
Ouçam, aposto que irão sorrir!

Kimbra

Vinda da New Zelândia pra o mundo, com apenas 19 anos, a Kimbra faz música melhor que muitos a sua frente. A frente tanto na idade como na preferência popular de âmbito mundial. 
Mas o tal anonimato da moça só tem diminuído e a tendência é que no ano que vem, ela se torne bastante conhecida, apesar da maioria das suas músicas não serem muito radiofônicas. No entanto, Adele não tinha quase nada de radiofônico em seu álbum e isso não à impediu de ser o sucesso que é hoje.

Skins

Séries ►Europa ► Indicações 
Faz anos que quero falar sobre isso e NADA!
Dessa vez, sentada na minha cadeirinha nesse lindo domingo, resolvi desentalar todos os temas há tempo pensados, mas que até hoje só ficaram nisso.
Sendo assim, Skins é uma série de origem UK que como o nome já diz “pele” ela ao seu próprio modo, consegue nos fazer conhecer cada personagem da trama, e nos mantém aquém do ódio que gostaríamos de sentir por alguns deles. A estrutura da série nos permite ver mais que vilões ou mocinhos. Contemplamos também os motivos e as dificuldades de cada um, sendo assim. Amar algum dos personagens por pura identificação é muito fácil. Colocamos-nos sempre na pele do outro.
A primeira temporada estreou em 2007 e hoje já está indo para a sua sexta temporada, a qual espero um tico curiosa. Uma das muitas peculiaridades da série é ela ser dividida em gerações. Temos a oportunidade de acompanhar a vida de um grupo de “amigos” entre seus 16 e 18 anos por dois anos, mas deixando muito claro que nada acaba quando paramos de ver, ou começa com a temporada.
Talvez não esteja me expressando muito bem, mas a sensação que dá, é que tudo aquilo aconteceria mesmo que não fosse uma série, mesmo que não estivéssemos olhando. É como se estivéssemos da janela, observando a vida deles passando como se nada fosse premeditado ou proposital. Quase como em um documentário.
Nessas 5 temporadas, já conhecemos 3 gerações diferentes. Cada geração ganha duas temporadas. Os perfis não são tão diferentes, mas as experiências são sempre únicas. Minha geração preferida foi a primeira e por identificação meu personagem preferido era um jovem chamado Sid. Confuso, virgem, nada estudioso que vivia a sombra de seu melhor amigo Tony e mantinha um amor platônico nada secreto pela namorada do mesmo. Depois do Sid, meu personagem favorito é a Cassie que por sua vez, se torna par romântico dele.
De primeira não gostei. Para mim pareceu uma série que falava de um bando de drogados adolescentes que não arcavam com as conseqüências dos seus atos. Depois vi que era tudo isso e mais um pouco. Não se tratava somente de apologia apesar de em alguns momentos realmente ela ser forte. Eram pessoas comuns, tristes, problemáticas e que tinham como esporte favorito usar um baseado e encher a cara assim como 1/3 da população de cada país.
Bons exemplos eles não são. Mas sem dúvida é um ótimo passatempo.
Agora veio a versão americana que não passa de um remake bobo. Veja a original, tem muito mais valia. Só a Elizabeth Stonem faria a Effy falar tanto com os olhos.

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Anna Nalick em Broken Doll and Odds & Ends

Música ► Novidade ► Indie ► Poesia ► Visual 

Com muita fé e determinação, chegará o dia que não terei que começar um texto usando a frase: “faz algum tempo”. Neste dia já terei postado tudo que amo e quando entrar coisas novas em minha vida, não sentirei um ciúme devastador só de pensar em compartilhar com não merecedores. Okay sou um tanto tosca, mas não é a minha tosquidão que está em pauta hoje. Faz tempo que quero falar dela, mas sempre houve outros assuntos que desviaram do foco principal, por isso, hoje vos apresento...ANNA NALICK!
Deu para ouvir os tambores imaginários?
Devem fazer uns 3 anos que a escuto e acompanho o trabalho dela sempre que me lembro.

Me diz do que você gosta, gosta de poesia? Gosta de dramaticidade? Se a resposta for sim. A nova cara da Anna irá lhe fazer bem. Assim que a conheci ela usava um visual totalmente comum, cabelo bonitinho e make básico. Mas sempre manteve uma voz encantadora e letras profundas  que se distanciavam daquele rostinho tão meigo, apesar de terem sido escritas por ela.


“Anna Christine Nalick (nasceu em 30 de março de 1984, em Glendora, Califórnia), é uma cantora e compositora americana. No seu álbum de estréia Wreck of the Day consta o seu primeiro single, "Breathe (2 AM)", lançado em 19 de abril de 2005.”wikipédia
Breath se tornou um hit após tocar em um episodio fortíssimo da segunda temporada de Grey’s Anatomy. Foi no episódio em que havia um paciente com uma bomba dentro do corpo (não me lembro como foi parar lá) , porém a Meredith durante o atendimento inicial do paciente acabou com o dedo segurando o “detonador" e se ela ou ele se movessem de forma inadequada...Bum! 
 Todo o hospital foi isolado, só restando a Bayle que entrou em trabalho de parto , O’maley e Addison que fizeram o parto dela. E o marido da Bayle que tinha sofrido um acidente de carro e quase morreu na sala ao lado durante a cirurgia que o Dereck e a Yang fizeram e ela nem foi avisada! Mas isso fica pra outro post. 
O importante, é que assim como muitas bandas alcançaram reconhecimento após constarem no soundtrack da série, com a Anna não foi diferente. Existe muita gente que lamentavelmente só conhece essa música, sem saber que têm outras de igual valor vindas da mesma fonte.
Não sei muito bem o que aconteceu, mas ela mudou o visual radicalmente no novo cd e se tornou uma das artistas mais lindas pra mim. (Talvez alguma ajuda marketeira) Apesar de não muito conhecida ela tem bastante admiradores, o suficiente para gravarem shows dela e colocá-los no youtube. Assim, posso sentir o trabalho dela um pouco mais perto e testemunhar a total mudança de performance que sofreu. Creio que uma turnê para a America do sul esteja muitoooo longe e os videos, além de ajudar a divulgar, matam a vontade dos admiradores mais distantes!
Anna Nalick hoje virou um personagem que eu descreveria como uma garota louca, presa em suas memórias e medos, assim como a Ofélia. Isso! Era aí onde queria chegar. A Anna Nalick  de Broken Doll and Odds & Ends é como uma Ofélia contemporânea pra mim.