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Rihanna + David Lachapelle = Censura + Processo

O novo clipe da Rihanna me deixou tão orgulhosa... Ela tem feito alguns raros clipes que prestam e coincidentemente tenho sempre comentado sobre os mais bacanas aqui.
Não sou fã dela, e na maioria das vezes as músicas que acompanham o clip não têm sido tão boas quanto os mesmos, infelizmente né? Não há nada melhor que segure no topo um clip que  música e imagem excelentes, já  bem diziam os Top’s mundiais para a Madonna.
Mas indo direto ao ponto, o motivo do meu orgulho foi ela ter feito um clipe claramente inspirado na obra do David Lachapelle. Pra quem não sabe de quem se trata, ele é um fotógrafo de moda, estadunidense, que elabora fotos completamente inusitadas, cheias de cores, estética própria e algumas transbordando sensualidade.


Ele tirou umas fotos da Lady Gaga que ficaram muito boas, apesar da modelo. E já que falei nela, vou aproveitar pra expressar a minha dúvida e desconfiança. Esse clipe da Rihanna foi proibido em 11 países e até agora eu tento assimilar a causa. Alguém saberia me dizer em quantos países Alejandro foi proibido? Sim, pois se foram menos que 11, algo de errado tem aí!


Pamela Anderson

para um revista

Lady Gaga
 
E então, o que você achou do vídeo? 


Ps: Depois que já tinha programado a postagem, fiquei sabendo de um babado no mínimo picante. Rihanna não tinha pedido permissão do David para usa-lo como referência em seu vídeo. Resultado? Processo que deve lhe render no mínimo alguns milhões de dólares por danos incalculáveis. 
Que bobeira em Rihanna? Custava dizer que era fã e pedir a tal permissão?


Fonte do bafão:

Party Monter // Michael Aliag

 Loucuras ► Estilo ► Assassinato ► Corre que a polícia ta no morro

A história de vida dele é como algumas outras que colocam música, moda e inquérito policial no mesmo pacote assim como nesse post Aqui.
Gosto desse tipo de coisas é bom de saber e ótimo para contar, as pessoas fazem uma cara meio assustas e me chamam de louca por considerar bacana, pessoas assim. Não as acho bacanas, mas na maioria das vezes essas histórias tratam de gênios ou de vangardistas que erraram o caminho na vida, assim como o Michael Aliag.
Bem...começa igual a maioria das histórias, era um menino de família mediana, de um
interior bem pequeno que sonhou a vida toda em ser famoso.Um belo dia resolveu ir para NY para ganhar a vida e se tornar uma estrela.Ele sonhava em ser diferente, era  muitíssimo egoísta e tinha uma auto confiança maior que seu pobre corpo poderia conter , mas o que lhe faltava naquele momento de liberdade ou  descoberta e busca pela fama , era um guia. E foi aí que ele conheceu o James St James, o cara mais badalado e invejado da sua época. Eles nunca conseguiram ser verdadeiramente amigos, mas um tinha o que o outro queria. Sendo assim, era uma parceria impecável.
  Michael com todo seu ímpeto e gosto duvidoso, conseguiu um lugar no qual poderia dar as suas festas e diferente de todas as boates, ele queria um lugar no qual as pessoas pudessem ser qualquer coisa, um lugar onde a festa jamais acabasse, seria uma eterna festa de fantasias que com o tempo poderia ser feita em qualquer lugar, nos mais loucos lugares, nos mais improváveis e a qualquer hora do dia. Resumindo ao máximo, foi desta idéia que surgiram as Party Monsters.
  No começo ele era bem reservado, mesmo com toda a sua cara de pau, se reservava ao direito de não querer usar drogas e não admitir que usassem perto dele. O StJames sempre foi um usuário inveterado e todas as outras pessoas que lhe rodeavam também, até o seu namorado. Ele agüentou bastante tempo de forma surpreendente, até que brigou com o seu namorado Keoki e entrou em “depressão”, resolvendo assim, provar cocaína e desde então à vida dele mudou completamente.
  Ele se tornou descontrolado quanto ao seu consumo de drogas, mas do que o St James, e mais que a maioria dos que convivam com ele. Sofreu algumas overdoses e mesmo assim, não parava e nem ao menos diminuía o seu consumo.  No entanto, parece que ele se esquecia de pagar seus débitos, as drogas que utilizava eram muito caras e ele se aproveitava da “amizade” do traficante que morava na casa dele (muitas pessoas moravam no apartamento dele, mesmo sendo pequeno). Sendo assim, um belo dia esse traficante desistiu de cobrar gentilmente e partiu para violência. Um dos outros moradores da casa, o viu tentar estrangular o Michael e partiu pra cima dele. Os dois bateram muito no Angel (nome do traficante) e depois de quase morto, o guardaram no frizzer. Com o tempo, foram vendo a necessidade de se livrarem daquilo e como solução dos problemas, o esquartejaram, colocaram em uma caixa e jogaram na em um rio.
 Pra saber mais dessa história, leiam o livro que eu procuro como louca Disco BloodbathParty Monster, um filme muito bacanudo que tive o prazer de assistir. escrito pelo James   St James contando a história dos dois  com mais detalhes e dos tempos da era disco. Ou vejam
O Michael assumiu e foi preso, olha um vídeo dele made in presídio! 

Ps: Desculpa, pelos vídeos em inglês, não achei com legenda, mas meu inglês não é lá formidável e consegui acompanhar um pouquinho.Eu sei que ele fala muitoo feio, mas não tem traduzido. =/
Ps2: Provavelmente, ainda farei outro post falando mais sobre isso, nesse falei muito da trajetória do Michael,  no próximo, falarei especificamente sobre as Party Monster e a cultura clubber.




Boy George / B- Rude

Boy George ► Culture club ► New Wave ► Estilismo ► Inquérito

Este é o nome de um grupo de New Wave fundado no início dos anos 80 que fez muito sucesso, porém por pouco tempo. Foi um dos primeiros grupos voltado para o público homossexual que recebeu destaque na mídia da época. O Boy George fazia e acontecia, o visual da banda era bem diferente e nos anos 80 soava como o Jeffrey Star soa hoje para nós. Para os mais novos, provavelmente este nome não signifique nada, entretanto para os de 30 anos ou mais, trará lembranças da juventude e dos tempos primórdios da MTV gringa.
Devido a problemas com uso de drogas excessivo por parte do BG,a banda se desfez e depois de um ano internado em uma clínica de reabilitação, o Boy George voltou ao mercado e seguiu carreira solo, primeiramente retornou a suas origens de DJ e depois de um tempo voltou a cantar. A partir daí ele seguiu por caminhos bem oscilantes.
Escreveu alguns livros, lançou CD como DJ, foi ator, e a mais interessante de todas as suas multi profissões foi ser estilista, ele montou uma marca de roupas de perfil alternativo, chamada B-rude.
t-shirt da marca B-rude
Tudo muito excêntrico, simbologias anarquistas e revoltas implícitas deram as peças bastante personalidade. Creio que se a marca tivesse durado um pouco mais teria conquistado um lugar maior no mercado, porém o BG foi novamente preso em 2006, por porte e uso de cocaína.
Então você pode estar se perguntando, “por que ele não voltou pra moda depois de solto?”. Simples, ele foi preso novamente em 2009 por assediar e seqüestrar um modelo norueguês, mas foi liberado em 4 meses por bom comportamento.
Ele já está solto há um tempo e parece que a B-Rude receberá mais alguns sopros de vida. No site da marca, estão à venda T-shirts com estampas que fazem referências ao próprio Culture Club, David Bown religião e aos tempos de prisão do BG.
Não sei se grandes coleções virão, mas admito que esteja no mínimo curiosa para ver as novidades.