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Muito tempo fora, fazendo muita coisa. Mas tenho novidades

Distância ► Ideias ►Descobertas ► Música ►Arte
Passei quase 1 mês sem um post decente e nem estou envergonhada, acreditam?
Estava imersa em um projeto, que se der certo, me renderá muito assunto a ser postado. No entanto, mesmo muito ocupada com: trabalho, facul e sonhos. Não deixei de pensar nesse pedaço de sitio que é quase só meu.
Tenho coisas parar postar que só conseguirei com o tempo no esquema do pouco a pouco. Afinal, os compromissos e avaliações continuam firmes e fortes. Mesmo vendo coisas, pensando e produzindo mentalmente. Vir aqui e fazer uma coisa bacana demanda tempo, mesmo já tendo maturado uma ideia legal.
Pois então...

Estou um tanto emotiva, por isso ...QUERIDO DIÁRIO.
Aquele foi em um daqueles dias comuns, que tudo que você deseja é comer um pedaço de pizza gostosa. Pra quem não sabe moro próximo a um botequim/pizzaria bem bacana, um lugar incrível pra quem tem cérebro ou ensaia começar a usa-lo.
Enfim, fui buscar minha pizza artesanal e naquele dia tinha uma banda interessante tocando. Aquele tipo de banda com apelo teatral e daí me perdi '-'...fiquei vidrada e aprisionada em uma música/poesia que era tão intensa e bonita ...
Vidrada de um jeito tão bocó que fiquei de pé, parada ao lado do palco com cara de pastel, imaginando como era se sentir daquele jeito, e me enganando com uma sensação falsa de compartilhar aquela emoção ou dor. Esse tipo de coisa só acontece quando algo realmente toca você, lhe dá a sensação de transporte. Mas isso só se você já tiver o hábito de se por no lugar dos outros.
Saí de lá com minha pizza na mão, achando que nunca mais ouviria a tal música novamente, digitei a parte da letra que lembrava no google e nada encontrei. MAS hoje, numa surpresa maravilhosa, cheguei na faculdade e lá estavam eles no sarau de letras D:
Cheguei tarde na aula, só pra ficar lá...escutando aquilo que ouvirei ainda milhares de vezes até que me veja farta G_G
Resolvi compartilhar com vocês, pq isso é o que deveríamos fazer sempre com as coisas boas que chegam as nossas vidas.

Like Crazy

Filmes ► Indicações ► Devaneios


Ano de Lançamento: 2011
Gênero: Drama, Romance
Direção: Drake Doremus
Elenco: Felicity Jones, Anton Yelchin e Jennifer Lawrence
Produção: Paramount Vantage, Indian Paintbrush

Um jovem rapaz americano e uma jovem britânica conhecem-se na faculdade e se apaixonam. Seu amor é testado quando ela é banida dos EUA e eles têm que enfrentar os desafios de um relacionamento de longa distância.

 
O que seria da vida sem uma pitada de romance?
Mesmo ele sendo fictício, sensibilidade e momentos de suspiros são imprescindíveis na vida de qualquer um.
Amor...
Um dia já disseram que tudo que precisamos é de amor. Pessoalmente eu não acredito que ele seja tudo na vida, não posso falar com tanta propriedade como é ter um sentimento tão forte devastando os seus dias e roubando-lhe o sono. Mas falo com a força de quem tem plena noção que o amor não nasce somente por pessoas, e não tem por obrigação ser sempre convencional ou do tipo romântico. Amar é belíssimo em todas as suas formas, sendo direcionado para o que for. Independente das outras necessidades que nos, os seres ambiciosos que a contemporaneidade criou usualmente temos. A breguice do Eu te amo tem por obrigação sempre que existir.
É por tudo isso que eu defendo os romances e os poetas boêmios, e sempre vou defender (assim espero). Na loucura do dia a dia as horas ficam tão apertadas que não temos tempo de pensar em coisas bobas. Perdemos a conexão com o outro, perdemos a freqüência daquele olhar amigo que nos faz rir de uma forma deliciosamente espontânea. Perdemos o hábito da contemplação, do amor devotado para as coisas simples. Perdemos o olhar de poeta que vê mais em um balanço vazio que somente um brinquedo velho esquecido.
Estou escrevendo esse post após ver Like Crazy e obviamente, logo se nota o quanto fiquei tocada sentimentalmente pelo longa metragem. Geralmente filmes indies me deixam um pouco suspirante. Talvez pelo toque de realidade. Sobra-me sempre a impressão que tudo aquilo poderia acontecer na casa ao lado, ou quem sabe na minha casa. Parece tão real e tão intenso que até dá inveja e traz questionamentos do tipo que me envolve na trama e incute a função de decidir o que faria no lugar dela(e).
Like Crazy pra mim foi isso tudo.
Amor, valorização do próximo, se doar...contemplação.
Mas eu sou uma pobre workaholic que se sente momentaneamente impressionada por qualquer romance um pouco mais fluído simplesmente por ter optado viver a beleza de doar o seu amor para coisas mais palpáveis.
Isso não me impede de lhe indicar e deseja sinceramente que sinta o mesmo, ou quem sabe 1/3 do que eu senti ao ver esse filme.

Vou deixar aqui minha música preferida do soundtrack pra que ouçam e mesmo com a Ingrid Michaelson estando na trilha, não foi a música dela a que mais me tocou dessa vez. Toda a trilha sonora é espetacular e eu super indico. Tambem deixarei o Trailler do filme na esperança que fiquem curiosos.
Beijos!

Dead Hearts (Stars) - Like Crazy



Audrey Hepburn e alguns de seus filmes.

Filmes ► Divas ► Cinema ► Audrey Hepburn ► Indicações ► Clássicos

Essa linda aí do lado conquistou minha admiração com certa facilidade.
Antes de realmente me tornar admiradora dos seus trabalhos eu já havia ouvido muito falar dela pela boca de grandes fãs. Mas meu encantamento não se deu por isso, não me impressiono tão fácil e só pra deixar claro, não vou muito com a cara da Marylin Moroe e os motivos é melhor deixar pra outro dia, do contrario tomaria toda a postagem.
Voltando a Audrey (Linda) Hepburn, fico me perguntando como alguém pode ser tão fofa. Linda, desajeitada pela altura e com uma história de vida emocionanete. Tanto que para quem a desconhece, indico uma passada singela no Wikipédia.
Dentro do meu julgamento, ela não era a melhor cantora do mundo, nem a mais eximia bailarina. Tinha algo a mais, uma doçura inexplicável no olhar e uma meiguice que ainda é capaz de amolecer os mais duros corações.
Acho mais valido o mix de pureza + simplicidade que qualquer outra mistura que percorra caminhos onde se prevaleçam os valores carnais.
Infelizmente ainda não posso dizer que vi todos os seus filmes, mas me orgulho em compartilhar um pouco dos que vi.
(Tenho Sabrina aqui no computador, mas ainda não vi. Se for bacana, depois eu comento algo.)
Bonequinha de luxo(1961)
Holly Golightly (Audrey Hepburn) é uma garota de programa nova-iorquina que está decidida a casar-se com um milionário. Perdida entre a inocência, ambição e futilidade, ela toma seus cafés da manhã em frente à famosa joalheria Tiffany`s, na intenção de fugir dos problemas. Seus planos mudam quando conhece Paul Varjak (George Peppard), um jovem escritor bancado pela amante que se torna seu vizinho, com quem se envolve. Apesar do interesse em Paul, Holly reluta em se entregar a um amor que contraria seus objetivos de tornar-se rica.
Não é o meu favorito, acho o enredo um tanto fraco apesar de a personagem guardar características interessantes a cerca do caráter e história de vida. Foi o primeiro que assisti e só o escolhi porque levei em consideração os milhares de comentários que ouvi sobre ele.


Quando Paris Alucina (1964)
Alexander Meyerheim (Noel Coward) é um produtor de Hollywood que contratou Richard Benson (William Holden), um roteirista, pois gostou do título da história prometida por ele: "A Moça que Roubou a Torre Eiffell". Porém, nenhuma das 138 páginas que deveriam existir foram escritas, pois em vez de trabalhar no roteiro Benson ficou bebendo e se divertindo. Dois dias antes da chegada do produtor a Paris, Richard contrata Gabrielle Simpson (Audrey Hepburn), uma secretária temporária, para ajudá-lo a fazer o trabalho. Porém, o serviço toma um rumo inesperado.
É uma comédia romântica como as que já estamos acostumado a ver, mas nessa ela estava maravilhosa e especialmente engraçada. O personagem que parece tão ingênuo e conservador, aos poucos, vai se revelando sagaz e disposto a viver tudo que a vida lhe reserva sem grandes medos. Bem bonito, mas sem grandes surpresas no fim.

 Funny face (1957)
Um famoso fotógrafo de modas, Dick Avery (Fred Astaire), trabalha para a Quality Magazine, uma conceituada revista feminina. Dick cumpre as determinações da editora da revista, Maggie Prescott (Kay Thompson), que não está satisfeita com os últimos resultados e tenta encontrar um "novo rosto". Dick o acha em Jo Stockton (Audrey Hepburn), uma balconista de uma livraria no Greenwich Village onde um ensaio fotográfico ocorrera recentemente. Após certa resistência, Maggie aceita Jo como a modelo que irá à Paris para fotografar e ser o símbolo da Quality. Jo só concorda pois lá poderá conhecer Emile Flostre (Michel Auclair), um intelectual cujas idéias ela idolatra. Entretanto, ao chegarem em Paris as coisas não correm como o planejado
Um dos melhores filmes que já vi.
No começo ela era uma feminista cheia de cultura que freqüentava meios questionáveis e andava com beatniks. Totalmente contra a moda e tudo que ela representava, com o andar da história, foi ganha pelo amor de um fotografo e pelas passarelas. Acho um filme muitooo bom, e mesmo com umas partes quase caricatas, ainda consegue ser muitíssimo lindo e divertido.

My fair lady (1964)


Henry Higgins (Rex Harrison), um intelectual e professor de fonética, aposta que conseguirá, no período máximo de seis meses, transformar Eliza Doolittle (Audrey Hepburn), uma simples florista de rua que não sabe falar direito, em uma dama. Mas a tarefa se mostra muito mais difícil do que tinha sido imaginada originalmente.
Pra quem já estava acostumado com a meiguice e fragilidade da Audrey, nesse filme com certeza vai se surpreender. É um clássico maravilhoso do qual tomei conhecimento em uma passagem de “Quando Paris alucina”. Nela o escritor com o qual ela se envolve diz: “será que nunca percebeu, que a história de My fair lady e a do Frankstein falam basicamente da mesma coisa?”.
Isso foi o suficiente para me intrigar e então no dia seguinte fui assistir ao filme, morta de curiosidade! Queridos leitores, fico feliz em dizer que não me arrependi por nenhum miséro segundo de ter o assistido.
De mendiga esfarrapada e sem modos a uma quase princesa. E toda essa trajetória é especialmente valorosa e a afirmação do outro filme, era totalmente verdadeira!
Ahh...vale muito a pena dizer sobre um personagem que eu também gostei muito e que não é o Henry Higgins. Gente, o pai dela é fantástico, e os momentos mais hilários, as músicas mais sem noção são todas dele!
Vou deixar dois vídeos com as minhas músicas favoritas do filme, espero que vejam!

 

Séries, vicio constante.

Séries ► Novidades ► Indicações

Filmes, música e definitivamente...séries!
Não importa o quanto eu esteja atribulada, elas são de lei, mesmo que seja em uma madrugada de sábado pra domingo.
Andei tendo umas folgas e aproveitei pra explorar umas coisas novas que nem sempre foram bem sucedidas.
Há 2 ou 3 semanas atrás eu parei de ver The walking Dead. 

"The Walking Dead conta a história da consequência de um apocalipse zumbi; segue um pequeno grupo de sobreviventes, viajando por uma desolado Estados Unidos à procura de uma nova casa longe das hordas de mortos vivos. O grupo é liderado por Rick Grimes, que era o xerife de polícia de uma pequena cidade da Geórgia, antes do surto de zumbis. Enquanto sua situação fica mais perigosa, o desespero do grupo para sobreviver leva-os a beira da insanidade."
Comecei a ver pelo impulso dado por uns amiguinhos que me falavam muito bem de alguns abdomens presente na série. Estava tudo bem e empolgante até que a série simplesmente ficou fria, tão fria que eu parei de ver. Não sei como ela está agora, e seria muita sacanagem da minha parte indicar como uma coisa ótima. Mas vale dizer...eu vi
Mas não só de tristezas vive a humanidade, semana passada eu vi duas séries legais.

A primeira foi Once upon a time

Imagine os personagens dos contos de fadas sem seus finais felizes. É assim que Once Upon a Time se apresenta, mostrando que dessa vez a Rainha Má finalmente triunfou. Para ter a sua felicidade, ela enviou todas as pessoas do mundo encantado para Storybrook, uma pequena cidade de Maine. Branca de Neve agora é uma professora primária chamada Mary e o Príncipe Encantado está em coma, preso a uma cama de hospital. (ver mais em Minha série)
Achei mais que digna. Me surpreendeu na verdade, pelo que o povo andava comentando eu achei que seria mais um remendo de milhares de histórias que nem os filmes trash da Xuxa. Mas não é bem assim, na verdade, não é nada assim! Tudo faz muito sentido e cada episódio é uma nova surpresa com uns personagens que você nem imaginava que pudessem estar inclusos na trama. No entanto acredito que seja uma série que não possa durar muito sem perder o encanto. Rezo pra que não passe de 3° e se passar que morra na quinta temporada, se não acabará um desastre como Lost .
 
A segunda foi The Secret Circle.

"The Secret Circle é um romance young adult de fantasia da série de romances escritos por LJ Smith. A história gira em torno de Cassie, uma tímida garota de dezesseis anos de idade, que descobre que ela é uma bruxa e se torna um membro do Círculo das bruxas de New Salem. Ela deve enfrentar o ódio de Faye, uma das bruxas; sua nova lealdade para Diana, sua melhor amiga e líder do Círculo, e seu amor por Adam, namorado de Diana." (Wiki)
Não é  lá a coisa mais original de já vi, mas é bacana e envolvente. Gostei de quase tudo na série, mas achei que está indo um pouco rápida demais, queimando muitas fichas por episódio. Parece um apelo desesperado pra segurar a audiência. Mas se a história não se esgotar na primeira temporada como The Vampires diaries, pode até ser muito boa pra quem curte coisas sobrenaturais e se empolga com magia wicca

The Mistress Of Spices - O sabor da magia

Filmes ► Indicações ► Devaneios ► Bobices ► Aishwarya Rai


(Mistress of Spices, The, 2005)
• Direção: Paul Mayeda Berges
• Roteiro: Gurinder Chadha, Paul Mayeda Berges
• Gênero: Drama/Romance
• Origem: Estados Unidos/Reino Unido
• Duração: 92 minutos
• Tipo: Longa-metragem
Assisti ontem e não pude deixar de postar e indicar.
Filme muito bacana, do tipo envolvente que lhe segura e lhe faz torcer para que a mocinha fique com o mocinho e não que um dos dois morra no meio do caminho, como habitualmente me acontece em filmes “meia boca”.
Não gosto de fazer propaganda enganosa, então nunca esconderia que há pessoas que achem esse filme pão com ovo. Mas gosto é gosto e pra alguns, pão com ovo e pimenta é a melhor coisa do mundo.
Para quem costuma vir aqui, não é nenhuma novidade a minha pequena paixão por romances, volta e meia indico uma ou outra comédia romântica. A impressão que tenho é que assistir a esse gênero fílmico é de suma importância e obrigatoriedade. Ver tudo aquilo (curtindo cada segundo) pode ser mais empolgante que viver. A realidade é só a realidade e os amores têm por obrigação acabar ou vir seguidos pelas dores do dia a dia, inevitáveis em uma convivência a dois.
Essa é a beleza dos filmes românticos bons, após as peripécias e o ápice do filme passar, você terá duas pessoas que superaram todos os problemas e que nunca mais serão infelizes. Poesia, magia e o conto de fadas perfeito para mulheres adultas.
Ah... Nem era a intenção elucubrar tanto, mas voltando a falar do filme.
Na Índia, Tilo tinha a habilidade de prever o futuro. Quando seus pais foram mortos por bandidos, ela foi seqüestrada, mas escapou e foi criada por “the first mother” e introduzida na tradicional cultura das pimentas. Ela se tornou “Mistress of Spices” e abriu um bazar em São Francisco, com a missão de seguir 3 regras básicas: ajudar seus clientes a conquistar seus desejos usando as pimentas, mas nunca usar em beneficio próprio. Nunca sair da loja e nunca ter sua pele tocada. Quando ela conheceu um lindo arquiteto americano chamado Doug, ela sentiu uma maravilhosa atração e desejo por ele. Quebrou as regras e foi punida pelas pimentas.  Traduzido e adaptado daqui
Atriz principal é tão linda que fiquei parcialmente hipnotizada e depois enojada. Ela é do tipo tão lindo que de tanto olhar enjoa.
Em geral, mulheres indianas têm uma beleza forte, quase sempre potencializada pelas pinturas e cores vivas que se valem nas roupas. Sendo assim, nada mais justo que postar também algumas fotos daquela que já foi até miss mundo U_U
Mais fotos Aqui


Slumdog Milionarie

Filme ► Pequeno atraso ► Cine indiano

Você deve estar se perguntando.
" Mas em qual planeta essa garota vive?"
Eu respondo:
Terra!
Mas as vezes acontece de eu não assistir os filmes que explodem favoravelmente na opinião pública. Não é por chatice, é por falta de motivação ou somente de memória.
Eu tenho +- uma nota mental dos filmes que quero ver e muitas vezes eles vão sendo adiados por outros mais legais (ou que eu imagino que seja) ou somente são protelados.
Um exemplo? 
Cisne Negro, ainda nem vi. Protelei por problemas técnicos, quando finalmente peguei pra ver estava ruim...agora só Deus sabe quando verei. Alice in Wonderland, vi há uns 3 meses atrás ou menos U_U

Ok.
Mas enquanto a "Quem quer ser um milionário" eu digo!
PERFEITO!
Por culpa dele e por outros comentários que li, estou louca atrás de filmes indianos. Amo aquelas danças inexplicáveis que eles começam sem ter um porque. Ou as cores que se misturam lindamente *_*
Vale dizer que eu já conhecia o Dev Patel da primeira temporada de Skins.






A Grace de Lars Von Trier

Filmes ►Indicações ► Clássicos ► Cultura ► blá blá blá


Não faz muito tempo, postei aqui um pouco sobre Melancholia, um filme muito bom, lançado em 2011 que me mostrou o caminho das pedras e me levou a conhecer um pouco mais sobre esse tão "aclamado" diretor. O uso das minhas aspas, não quer dizer que ele não seja de fato aclamado, no entanto, pra mim ele parece mais polêmico do que realmente "o dono da bola". Não me entenda mal. Quero dizer que ele parece ser um cara que gosta de nadar contra as tendências, ser diferente, parecer genial e etc. E de fato ele consegue alcançar as expectativas, acabando por criar novas tendências.

Vi mais dois filmes dele que me deixaram fascinada, uma franquia linda, que previa 3 filmes mas morreu no segundo. Talvez por falta de interesse dele ou quem sabe, pela demorada procura de uma nova vertente tão polêmica quanto as duas já abordadas.
Ambos os filmes são bem conceituais e com o mínimo de cenário possível. Por vezes, chegando a ter os elementos desenhados ao chão para indicar que alí deveriam estar. Cortes inusitados, câmera na mão. Li que o filme inteiro foi gravado em um galpão. E só esses fatos, já foram o suficiente pra deixar-me boquiaberta e então, como se não bastasse, o enredo nos surpreende como uma paulada e nos deixa pensando ao fim de cada um dos filmes.
Essa questão da indagação é uma marca registrada do Lars Von Trier, pretendo ainda assistir mais alguns de seus filmes, mas desde agora me prometi e mantenho a certeza de que vou passar longe do Anticrist, ele parece ser o filme mais polêmico do diretor, e tem muitos sinais, questionamentos e apelos que são inexplicáveis para a  maioria que já o assistiu. Morro de medo dessas coisas, prefiro ficar no meu canto ao invés de me despertar pesadelos desnecessários G_G.
O próximo filme da minha lista sagrada de filmes semanais, chama-se Europa e dele também já ouvi muitos comentários que me deixaram ainda mais animada.
Vou deixar o link com a lista de alguns títulos dele e então você pode escolher um, ao menos pra conhecer o trabalho.
Aviso desde então que não espere por velocidade, são todos bem calmos. Dogville e Manderley nem se quer têm trilha sonora, mas mesmo assim são muito bons.
Não sei se verei todos os filmes dele, mas ao menos os principais, valem mesmo muito a pena!


Ps: Grace é o nome da personagem principal da franquia. No primeiro filme ela ganhou vida com a Nicole Kidman e no segundo, foi interpretador pela Bryce Dallas. Odiei a mudança, mas com o andar do filme você acaba acostumando. Fiquei sentida também pela mudança do Pai da Grace. O ator que o interpretou no primeiro filme, era muito mais bacana.

Cool hunting por Marta Dominguez Riezu

Livros ► Moda ► Indicações
Esse foi o último livro que li e um dos mais novos que adquiri.
Me sinto praticamente obrigada a postar  sobre ele aqui. Ele conspirou para a minha evolução com as buscas sobre moda pela internet apontando me farias possíveis "trilhas" as quais seguir ou ter como inspiração para algo maior, e me mostrou como prestar atenção nos detalhes ao seu próprio modo é importante.Ok, não quero  dizer que não sabia que um designer ou um profissional de moda tem que ser atento ao que existe a sua volta. Mas além disso ela mostra que não temos que ser cool pra fazer coisas legais, não temos que pousar de "os bons", ir para nigth e beber muito pra sermos hype e fazer coisas que se tornem requisitadas.
Se não me fiz clara, o que eu quero dizer é que não precisamos sermos caricatos  para mostrar que realmente temos talento ou somos pessoas de visão. Se fazer respeitado é mais uma questão de tato, estudo e saber se colocar.
Enfim, pode não ser a parte mais bacana do livro, e não é. Mas a escolhi pelo fato de ser a que mais se encaixou na minha fatídica realidade e me tocou de uma forma constrangedora =/

É evidente que não adianta nada entrar em contato com muitas pessoas desconhecidas por meio da internet se jamais  se chega a conhece-las em pessoa, a ouvir a sua voz e seus titubeios, suas brincadeiras e o modo de caminhar. De outra forma, tristemente, não são mais que informações binárias, ainda que tenhamos visto pela webcam ou as escutado pelo skype.

Creio que não precise nem dizer que eu super indico né?

Melancholia - Lars von Trier



 "Um lindo filme sobre o fim do mundo."
Sinopse: Um planeta chamado Melancolia está prestes a colidir com a Terra, o que resultaria em sua destruição por completo. Neste contexto Justine (Kirsten Dunst) está prestes a se casar com Michael (Alexander Skarsgard). Ela recebe a ajuda de sua irmã, Claire (Charlotte Gainsbourg), que juntamente com seu marido John (Kiefer Sutherland) realiza uma festa suntuosa para a comemoração.






Tenho o hábito de só indicar filmes que eu já tenha visto e tenham me causado boa impressão. Nesse caso não é diferente. O filme é silêncioso e faz valer a máxima de que um gesto diz mais que mil palavras.
Com toda a certeza, se eu fosse um tanto mais impressionável ou emotiva eu teria chorado ao fim, pois se trata de uma trama sensível que trata do tão temido fim do mundo de uma forma absolutamente original até onde tenho alcance.
Curtam a dica :)

Skins

Séries ►Europa ► Indicações 
Faz anos que quero falar sobre isso e NADA!
Dessa vez, sentada na minha cadeirinha nesse lindo domingo, resolvi desentalar todos os temas há tempo pensados, mas que até hoje só ficaram nisso.
Sendo assim, Skins é uma série de origem UK que como o nome já diz “pele” ela ao seu próprio modo, consegue nos fazer conhecer cada personagem da trama, e nos mantém aquém do ódio que gostaríamos de sentir por alguns deles. A estrutura da série nos permite ver mais que vilões ou mocinhos. Contemplamos também os motivos e as dificuldades de cada um, sendo assim. Amar algum dos personagens por pura identificação é muito fácil. Colocamos-nos sempre na pele do outro.
A primeira temporada estreou em 2007 e hoje já está indo para a sua sexta temporada, a qual espero um tico curiosa. Uma das muitas peculiaridades da série é ela ser dividida em gerações. Temos a oportunidade de acompanhar a vida de um grupo de “amigos” entre seus 16 e 18 anos por dois anos, mas deixando muito claro que nada acaba quando paramos de ver, ou começa com a temporada.
Talvez não esteja me expressando muito bem, mas a sensação que dá, é que tudo aquilo aconteceria mesmo que não fosse uma série, mesmo que não estivéssemos olhando. É como se estivéssemos da janela, observando a vida deles passando como se nada fosse premeditado ou proposital. Quase como em um documentário.
Nessas 5 temporadas, já conhecemos 3 gerações diferentes. Cada geração ganha duas temporadas. Os perfis não são tão diferentes, mas as experiências são sempre únicas. Minha geração preferida foi a primeira e por identificação meu personagem preferido era um jovem chamado Sid. Confuso, virgem, nada estudioso que vivia a sombra de seu melhor amigo Tony e mantinha um amor platônico nada secreto pela namorada do mesmo. Depois do Sid, meu personagem favorito é a Cassie que por sua vez, se torna par romântico dele.
De primeira não gostei. Para mim pareceu uma série que falava de um bando de drogados adolescentes que não arcavam com as conseqüências dos seus atos. Depois vi que era tudo isso e mais um pouco. Não se tratava somente de apologia apesar de em alguns momentos realmente ela ser forte. Eram pessoas comuns, tristes, problemáticas e que tinham como esporte favorito usar um baseado e encher a cara assim como 1/3 da população de cada país.
Bons exemplos eles não são. Mas sem dúvida é um ótimo passatempo.
Agora veio a versão americana que não passa de um remake bobo. Veja a original, tem muito mais valia. Só a Elizabeth Stonem faria a Effy falar tanto com os olhos.

 Gifs By:http://skinsgifs.tumblr.com

Lia Mena Barreto

 Arte contemporânea ► Bonecas ► Sentimentos ► Br

Para a Lia, brincar com bonecas tem outro contexto.
Ela é uma artista plástica brasileira que desde 1982 vem trabalhando com desconstruções, simulacros e representações desafiadoras.
Aqui tem algumas fotos do mais recente trabalho e o endereço do site dela logo a baixo.


Perguntei-me o que sentia diante do que ela fazia. E percebi que era um desconforto grande, sem nenhuma razão aparente. Depois percebi que a arte é feita pra comunicar algo que só será concreto a partir das experiências vividas pelo receptor da mensagem e que lhe mover de alguma forma, mesmo que seja com o desconforto é o principal intuito do artista.
Sendo assim...comigo deu certo.

Flash mob

 Curiosidade ► NY/ Oprah ► Pessoas ► Lindo
Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social. by:Wikipédia
Vendo um filme muito bom com o Justin Timberlake, eu "descobri" isso e achei no minimo intrigante.
Creio já tenha ouvido esse termo em algum lugar, mas você só conhece algo quando seu cérebro afinal se dá conta de digerir formalmente a informação.
Sendo assim, achei tãoooo bacana que resolvi compartilhar com vocês.
Ah, o nome do filme é Friends with benefits

 
Como você se sentiria pegando o último e solitário vagão do metrô, cansado de um dia de merda , quando não mais que de repente uma festa começa, as pessoas dançam e te chamam pra dançar como olds friends ? *_*
Eu me sentiria dentro de um musical no melhor estilo Hair.
No entanto, aqui no Brasil teve uma em 2009 a qual eu não achei tão bacana, não tem nenhuma relação com estrangeirismos, só não me pareceu tão cool mesmo.
Eu encontrei esse aqui, eu ja tinha visto no jornal, mas não sabia do que se tratava.

Bem vindo ao fantástico mundo no qual eu nasci - Anos 90

Devaneios ► Cultura ► Referências ► Mídias ► Críticas
E assim teve inicio os anos mais legais nos quais o mundo pode contar com a minha presença, e suspirar com a criatividade das primícias do que há dez anos ninguém imaginaria “evoluir” para as merdas que temos hoje.
Se já tínhamos coisas ruins, essas ficaram piores, e as coisas boas que tínhamos em sua maioria morreram perdidas pelas memórias dos que viveram intensamente a época.
Tenho 21 e o meu crescimento foi embalado por todos os hits dos anos 90, indo dos mais toscos aos mais inesquecíveis! Minha televisão vibrava com o auge da MTV Brasil e com desenhos que hoje ainda são raramente lembrados.
Se por algum acaso eu ganhasse uma pedra mágica que me fizesse voltar no tempo, diretamente para há minha década preferida como em um filme do Woody Alien eu voltaria a todas, mas passaria uma semana nos anos 70 e duas nos 90 só assistindo TV e transformando um pouco do meu cérebro em ameba midiática kkk
Engraçado, por mais que eu sabia que a televisão escraviza e realmente poda as suas capacidades de livre raciocínio. Ainda consigo ver os meus programas como grandes agregadores para formação do que eu sou hoje e fermento para grande parte das minhas eternas indagações.
Ok, não há mal em assumir ser fruto de uma sociedade, ter sido influenciado por culturas estrangeiras e códigos de conduta pré estabelecidos, planejados nos moldes que mais agradam aos grandes manipuladores sociais MUAMUAMUA (isso foi uma risada maléfica). Todo mundo é direta ou indiretamente fruto disso ué!?
Sendo assim, surge agora uma nova coluna na qual que relembrarei meus tempos de infância e mostrarei coisas intrigantes que somente hoje eu consigo enxergar dignamente.

Aakash Nihalani - Artista das ruas de NY

Arte ► Intervenções ► NY ► Cultices

Não posso fazer um daqueles post’s mega instruídos falando exatamente tudo sobre ele, simplesmente porque a primeira vez que o vi faz muito tempo. Foi em um instinto programa da MTV que mostrava coisas legais/surpreendentes de NY. O programa era muito bom, e em um dos episódios o Aakash Nihalani foi citado e entrevistado. Desde então, ele não saiu mais da minha memória como referência de trabalhos simples e criativos.
Fui ao site oficial dele, e tudo que pude fazer foi me encantar ainda mais com os seus projetos, mas infelizmente dei por falta de um About digno. Sendo assim, tudo que sei é que ele é um oriental que mora nos EUA e que já faz parte do dia a dia da maioria dos transeuntes de NY.
Tudo que ele usa são uma fita adesiva, a rua e uma noção extraordinária de geometria. Sendo assim, ele forma imagens que de longe dão a impressão de tridimensionalidade e que torna o observador parte fundamental para a existência da obra.
Com o crescimento e reconhecimento do seu trabalho, ele tem feito algumas parcerias com produtores de moda, nas quais participou de alguns editorias utilizando da sua técnica para composição cenográfica e conceitual das fotos. Além disso, ele tem viajado para outros países e expandindo seu trabalho por novas ruas e galerias.


Editorial de moda (2009)





Blog : http://www.eyescreamsunday.com
Site : http://www.aakashnihalani.com/

True blood

Vicios ► Dicas ► Séries ► Vergonha/medinho

Assisto desde a primeira temporada e assim como a maioria dos que acompanham, comecei a ver exclusivamente por conta dos falatórios e murmurinhos que a série causou logo na sua estréia. Tinha muitos amigos que viam e diziam quão safada a série era, mas que a historia era bem relevante. Então, não tão inocentemente assim, lá fui eu ver do que se tratava e qual o motivo real do alvoroço.
Baseada em uma série literária, a série televisiva se passa em uma realidade hipotética, onde vampiros, lobisomens e bruxas realmente existem e que principalmente os vampiros, sentem necessidade de direitos iguais e se apresentam cordialmente a sociedade, tomando como avatar à existência de um sangue alternativo chamado “True blood” que liberta os vampiros da obrigação de se alimentarem de seres humanos.
Até aí tudo bem, o enredo é super interessante, mas o meu maior susto no primeiro episódio foi estar com a caixa de som alta. Pois é, a primeira cena já é digna de fap fap para alguns rapazes. E que a verdade seja dita! A primeira temporada é deveras apelativa, agressiva e pode ser chamada de série pornô tranquilamente. No entanto, sempre há um feliz porém. A partir da segunda temporada, as saias aumentaram os seus comprimentos e as cenas de sexo tornaram-se justificáveis e hoje, na 4° temporada, são quase esporádicas.
Gosto da série, tem momentos que parece estarem forçando a existência das coisas ou forçando os acontecimentos, mas não é bem assim. Parte da magia da série consiste no fato de que se pensar bem, não sabemos tudo o que á do lado de fora da nossa janela. E não conhecemos por inteiro ninguém que nos rodeia. Essa falta de conhecimento em relação ao outro é bastante presente em TB, nenhum personagem é totalmente mau ou totalmente bom, se hoje você o odeia, amanhã irá o compreender ou torna-se fã de algum quote.
Eu indico essa série para todos que não façam sentir-me envergonhada por assisti-la. E aviso que se você sobreviver à primeira temporada, não irá parar tão cedo.

I wanna do bad things with you ♪

Reflita

"Se quer saber nunca é tarde demais (ou no meu caso, cedo demais) pra ser quem você quiser ser. Não há limite de tempo, comece quando você quiser. Você pode mudar, ou ficar como está. Não há regras pra esse tipo de coisa. Podemos encarar a vida de forma positiva ou negativa. Espero que encare de forma positiva. Espero que veja coisas que surpreendam você. Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes. Espero que conheça pessoas com pontos de vista diferentes. Espero que tenha uma vida da qual se orgulhe. E se você descobrir que não tem, espero que tenha forças pra conseguir começar novamente."

The Runaways Movie

Filmes ► Dicas ► Historias ► bla bla bla

O longa metragem conta a trajetória da primeira girls band que fez sucesso na indústria musical e serviu de inspiração para bandas atuais como o The Platicines. Ele foi lançado aqui no Brasil em outubro do ano passado, estrelado pela Dakota Fannig como Cherry Currie e Kristen Stewart como Joan Jett ainda tem muita gente que ainda não o viu por simples preconceito ou desconhecimento sobre quão bom ele é.
Pois eu estou aqui, como testemunha acima de qualquer suspeita para lhe dizer o quanto esse filme é bacanudo pra quem curte música boa, universo rock in roll e anos 70. As garotas estavam ótimas, porém a Dakota estava fantástica. Talvez eu tenha achado isso por ser apaixonada por ela e ter crescido junto com cada um de seus filmes, ou somente pelo fato da própria Cherry Currie ”ter caído aos seus pés”.


The Runaways - Cherry Bomb

Pipoca na mão e dicas Românticas

Esses foram alguns dos filme que eu já me dei ao luxo de assistir neste ano e que gostei tanto, que os indico de todo o coração.
Sou louca por comédias românticas, dramas românticos ou qualquer coisa que envolva um casal hetero ou homo que em algum momento se separa, um sofre pela a  ausência do outro e a história tem um final muito muito feliz, ou muito muito triste. 
Quem vê não acredita, mas vibro com filmes desse tipo, só não choro, nunca choro por filmes, e alguns amigos me disseram que mulher com ausência de lágrimas no fim de filmes como Cisne Negro é uma verdadeira anomalia kkkk.
Outro hábito ruim da minha parte é não ir ao cinema. Pois é, o último filme que vi em um cinema foi Hancock. Quanto tempo faz isso? Provavelmente, bem mais que um ano. Mas, graças ao advento da internet, não sou obrigada a sustentar a locadora mais próxima, que diga-se de passagem anda muito careira. Vejo todos os filmes online aqui , é um ótimo site que raramente tem a qualidade das imagens muito baixa ou os abomináveis e irritantes links quebrados.





Sinopse: June (Diaz) sempre foi uma mulher solitária. Mas ao conhecer Wilner (Cruise), um agente secreto, dentro de um avião em um encontro às escuras, sua vida muda totalmente. Ele a leva numa violenta viagem pelo mundo, para proteger a chave de uma infinita fonte de energia.



Sinopse: Maggie (Anne Hathaway) é uma mulher de espírito livre que não quer se amarrar de maneira alguma. Ela só esperava conhecer Jamie (Jake Gyllenhaal), um charmoso vendedor de produtos farmacêuticos que tem todas as mulheres aos seus pés. Aos poucos o relacionamento evoluiu e ambos descobrem que estão sob a influência da droga mais forte já inventada: o amor.

Sinopse: A franqueza perspicaz e o humor desengonçado de Erin (Drew Barrymore) conquistaram o recém-solteiro Garrett (Justin Long) junto a copos de cerveja, conversa de bar e café da manhã no dia seguinte. A química dos dois se tornou rapidamente um tórrido amor de verão, mas nenhum dos dois esperava que durasse, já que Erin voltou para sua casa em São Francisco e Garrett ficou em Nova York por causa de seu emprego. Porém, após passarem seis semanas que pareciam não ter sentido, ambos descobrem não querer que o relacionamento termine. E mesmo tirando sarro da dieta pré-viagem de Garrett e de seu fiel relacionamento com o telefone celular, os amigos Box (Jason Sudeikis) e Dan (Charlie Day) não estão felizes em perder seu companheiro de copo para mais um romance conturbado.





Sinopse: Jovem americana viaja para Verona, Itália, a famosa e inspiradora cidade onde foi criada a personagem Julieta Capuleto – sim, aquela da clássica obra “Romeu e Julieta”. É neste local que ela descobre um grupo de pessoas que costuma responder às cartas – deixadas num muro – daqueles em busca de conselhos sobre o amor. A garota então responde a uma dessas cartas, datada de 1951, o que acaba inspirando a autora a viajar para a Itália em busca daquele que sempre foi sua verdadeira paixão. O fato também desencadeia uma série de eventos que irá mudar a vida de todos.


Todos os filmes e sinopses, estão disponíveis AQUI

O retrato de Dorian Gray

Livros ► Favoritos ► Vicios 

Escrito por Oscar Wilde em torno de 1890, este é um livro de temática eternamente contemporânea em seja qual for a época em que seja lido. Profundo, perturbador e sob tudo intrigante. Wilde conta a história de um rapaz chamado Dorian Gray, que teve a sorte e ao mesmo tempo o azar de ser estonteantemente belo.
Ingenuidade, doçura e solidariedade eram qualidades comuns a Dorian quando foi retratado por Brasil Hallward. Um notável pintor que mantinha uma inexplicável admiração pela aparência e personalidade do rapaz, a admiração era tanta que Dorian se tornou inspiração para a concepção de novos trabalhos e de uma nova forma de pintar. As qualidades da linda personalidade do rapaz no decorrer do livro vão sendo ceifadas diante da má influência e corrupção servida por Lord Henry Wotton que com o simples poder da sugestão e da sua dialética formidável consegue inebriar até mesmo a cabeça do leitor.
Brasil pintou um lindo quadro de corpo inteiro do Dorian, o melhor da sua carreira. Mas devido a um acontecimento misterioso a beleza e o rosto de menino pertencente a Dorian se tornaram inabaláveis pelo tempo. No entanto, o rosto de anjo, passou a esconder um coração perverso e uma mente confusa.
Esse é um dos melhores livros que já li e o indico a quem quiser. No entanto, foram lançados alguns filmes baseados nesta obra que pouco honram de fato a hitória, especialmente um  de nome Dorian Gray  lancaçdo em 2009 que distorceu toda a narrativa, tendo somente alguns momentos isolados de valia e um cenário incrivel.
Aconselho que leia ao livro primeiro e depois assistam ao filme.