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O Kpop e eu

Opinião► Música ► Estilo ► Novidade 
Há quem me pergunte por que eu gosto tanto de música Coreana.
Não sou nenhuma maníaca, como já sabem ser alucinada por algo, vai contra os meus princípios de deslealdade afetiva. No entanto é inegável dizer que tenho minhas predileções dentro do gênero Kpop.
Meus motivos são:
► As letras são inegavelmente ruins como todos e quaisquer pop, mas no caso é em coreano, língua que eu não entendo. Que mal há!? O ritmo é fantástico, a meu ver, melhor que muito eletro music que faz sucesso por aí. As mixagens são inusitadas e impossíveis de não dançar.
► Sou fissurada em músicas e tudo que envolva música + dança! As coreografias são impressionantes. (as das bandas legais são, e nelas não estão incluídas Girls generation)
►Maaaas, como nada pra mim é tão simples e eu me considero bastante visual. (Mentira. Não tenho memória fotográfica nem nada disso, mas adoraria ter) A parte imagética da coisa jamais seria desprezada, não poderia ser. Afinal, a fotografia no MV coreano é o tipo de coisa que não dá para ignorar tão facilmente. A relação do kpop com as cores, formas e imagens, assim como na questão ritmo, também é fora do comum.
Sendo assim, se em todos os cantos a grande paixão do mundo pop é fazer com que se sinta mal em ser quem é, e acabe involuntariamente desejando ser aquela pessoa no outro lado do vídeo. No Kpop não é diferente, mas eles não te seduzem pela sensualidade de mulheres incontrolavelmente esculturais com bundas descomunais. Eles fazem você desejar ser ousadas como elas, espertas, fortes, habilidosas, fofas e RICAS!
Sendo assim, a partir de hoje vou mostrar um pouco das tais imagens em post bem bonitos pra vocês!

Feriado nacional - Dia da independência

Dia da independência ► Zara ► Tv Bahia ► Reflexão ► Be free

Hoje, salvo por algumas horas ainda é o dia 07/09/2011, um dia no mínimo oportuno para refletir ou se questionar sobre o que de fato quer dizer que palavra independência. Mas então alguém poderia se perguntar.
Ora, mas por que isso seria relevante, já que eu estou aqui na minha linda casa “dando um saque na net’, se o Brasil é independente desde 1822 e a escravidão já foi abolida desde 1888? Essa não seria somente mais uma data inutilmente figurativa?
E então eu respondo. É sim, você tem muita razão, essa é mais uma data inútil como todas as outras. Ela tenta semear nos corações brasileiro um senso patriótico que raramente somos capazes de presenciar. Sendo assim, como aproveitar esse dia sem ter que ir a um desfile e aturar uma fanfarra muito...peculiar?
Assim como passar o dia dos namorados somente “ficando”, o dia do sexo sem transar e o dia das crianças tendo 20 anos de idade . Esse dia imediatamente nos faz pensar sobre as nossas condições atuais, sendo assim, o quão realmente independente somos.
O primeiro passo para essa nossa reflexão assistida, seria pensar no que de fato quer dizer o termo independência. Para isso eu me dirigi ao dicionário online Michaelis e ele me disse que:
independência
in.de.pen.dên.cia
sf (in+dependência) 1 Estado ou qualidade de independente. 2 Libertação, restituição ao estado livre; autonomia. 3 Caráter independente. 4 Meios de fortuna bastantes que permitem a uma pessoa viver independentemente.I. de plataforma, Inform: capacidade de um programa ou rede de poder funcionar ou conectar-se com tipos incompatíveis dehardware.
Essas definições me lembraram 3 coisas diferentes que não garanto serem muito interessantes.
      1- Dia 16/08 o programa A Liga, na Tv Record, apresentou uma matéria na qual mostrava empresas que utilizavam de trabalho escravo para confecção de seus produtos. Além do óbvio mau pagamento, os lugares apresentavam condições aterrorizadoras onde jamais se poderiam ser criados cachorrinhos, quanto mais manter seres humanos em regime de semi -cárcere.
Uma das empresas envolvidas e desmascaradas durante a matéria foi a Zara. Conhecida de todas as mulheres, a Zara é uma loja de fast fashion espanhola que mantém grandes lojas aqui no Brasil. E para quem não sabe diferentemente das outras lojas de varejo do mesmo perfil, a Zara possui um sistema de abastecimento que a permite receber caminhões diários com a quantidade de roupa certa a ser vendidas no dia. Essas roupas já chegam devidamente encabidadas, prontas para ir à área de venda.
Agora eu pergunto. Uma empresa de tamanho porte, e com roupas de valores significativos diante da realidade trabalhista brasileira, não tinha mesmo condições de abrir uma fábrica digna, pagar os seus impostos e dar a seus empregados uma boa condição de trabalho?
Pois é claro que sim, e se você ficou na dúvida não merece nem se quer ler essa postagem até o fim. Empresas de mesmo perfil Fast- fashion conseguem sobreviver muito bem seguindo as coordenadas dos direitos humanos. Um bom exemplo delas é a C&A, a primeira empresa a assinar acordo com o Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo e que mantém uma preocupação admirável, não só com os direitos humanos, como com a ecologia, mantendo algumas de suas lojas totalmente ecológicas.
       2- Essa semana aqui na região foram encontrados 22 dois escravos em uma fazenda na qual o dono era coincidentemente o mesmo dono que o da Tv Aratu. Pra quem não está ciente,  Aratu Tv é a Sbt local. O que nos faz pensar se a nossa fonte de informação diária está no mínimo desinfetada.
Porém esse questionamento se torna enfadonho quando está em pauta a integridade das informações oferecidas pela rede televisiva de comunicações e de toda a sua “responsabilidade social”. Nosso livre pensar, até onde vai hein?
      3- A independência financeira pra mim se parece muito com a felicidade que o The Fray musicou. Ela somente existe do lado de fora da minha janela, mas um dia com um pouco de fé e esperança ela estará no meu lar.
Sendo assim, eu poderia terminar esses post de uma maneira hipócrita, dizendo que temos que lutar pela nossa independência denunciando todo tipo de prática que limite a liberdade do outro, pois esse é um dia pra celebrar a nossa libertação dos poderes arbitrários de Portugal. Blá blá blá...
Mas eu não vou dizer isso, tem coisas que são óbvias. E assim como nas questões ópticas. Sempre tem alguém que ao invés de ver vermelho como vermelho, acaba vendo verde no lugar. Esse é o tipo de coisa que não tem cura.
A parte que nos cabe é lutar todos os dias pela nossa pseudo liberdade e sermos espertos o suficiente pra aproveitá-la, cientes de que não são todos que podem gozar do mesmo benefício de serem conscientemente tapeados pelo sistema.
Aproveitem bem o resto da noite :)

Harajuko's girls - Lolita

Lolita ► Harajuko girl’s ► Oriente ► Vicio ► Cultura ► Grupos Urbanos

Surgido no seio dos famigerados anos noventa, o estilo Lolita ganhou fama e adeptos que não hesitam em se vestir inspirados no rococó ou nos tempos da rainha Vitória para ganhar as ruas e passear com os amigos.
Com babados, rendas e saiotes. O nome em comum ao romance alemão escrito por Vladimir Nabokov's não é mera coincidência. A idéia de estar presa na infância permanece porem a conotação sexual é totalmente esquecida.
Saem parecendo belas bonecas de porcelana em tamanhos gigantescos e a intenção é exatamente essa. Não há regras que imponham limite para a imaginação ou a forma na qual as meninas gostam de se expressar. Justamente por causa disso, foi possível surgir vários seguimentos dentro desse mesmo seguimento, alguns visivelmente distinguíveis e outros somente estão lá.
A tendência é cada dia mais e mais desmembramentos para a evolução diária das lolitas.

Harajuko's girl - Kondona

Kodona/ Ouji► Harajuko's girl ► Oriente ► Vicio ► Cultura ► Grupos Urbanos

Kodona é o nome com o qual chamamos esse seguimento aqui no ocidente, não faço idéia do motivo (se alguém souber, por favor, me diga) no JP é chamado Ouji, que significa príncipe e que define perfeitamente do que se trata o estilo.
A roupa é puro vestuário masculino inspirados na época vitoriana combinada com acessórios que dêem toques um tanto feminino. Podem até ser comparadas com os dandy’s, porém presos nos seus eternos 12 anos de idade.
O estilo também alcança o gosto dos meninos, mas não fica tão descontraído e característico, na verdade, usado por garotos não consigo chamar de Ouji, parecem simplesmente dandy’s e pronto.
Calças curtas, coletes, golas fechadas e cartolas. Essa é a formula principal do vestuário que pode ser usado de forma discreta durante o dia-a-dia ou completo para eventos jovens ou somente curtir o fim de semana. Para mim é o estilo mais legal dentro do universo Lolita, na verdade fico em dúvida, se gosto mais do Kodona ou do Aristocratic. Mas o seu preferido, você escolhe com o tempo.

Harajuko's girl - Guro lolita

 Guro ► Harajuko's girl ► Oriente ► Vicio ► Cultura ► Grupos Urbanos


Primeiro é importante que eu diga.
Acho Guro ou Gore, assustador e não vejo muita graça em quase nada a não ser em raros casos isolados. Não gosto de sangue e nem do ideal violento, mas é interessante, e tudo que é realmente interessante deve-se ser comentado.
No geral o look principal de uma Gore Lolita conta com bandagens, sangue e coisas que mostrem que você está doente, esfaqueada ou quem sabe morta. Assim como eu, vocês podem ter pensado em violência assim que leu os itens principais, na verdade o universo Guro envolve mesmo grandes doses de sadomasoquismo, principalmente na releitura que ganhou do ocidente onde recebeu vinculo com pornografia ou material inadequado. Porém, se falando de vestuário ou no ideal original, a intenção é mais como violar a pureza das lolitas, e dar uma idéia de boneca quebrada.
Por ser uma coisa muito forte, o Gore sofre bastante preconceito e é pouco aceito. Não é usado comumente nas ruas, somente em festas temáticas, lugares fechados ou encontros do grupo.

Oriente - Harajuku

Harajuku girl’s ► Oriente ► Vicio ► Cultura ► Grupos Urbanos
 
É muito comum ouvir pessoas falando coisas como “estilo Harajuku” como se fosse uma forma especifica de se vestir ou coisas do gênero, sem saberem que na verdade é nada mais que o nome de uma estação famosa do Japão que com o tempo cresceu tanto em visitações e importância que teve seu nome reconhecido por todo o mundo.
A ruazinha se tornou point dos adolescentes descolados que tinham que se manter aprisionados dentro das fardas das escolas diurnas por toda a semana, porém, quando chegava o fim de semana a tal rua era fechada para carros e aberta para a liberdade de expressão dada pelas artes e vestuários. Essa preferência pelo bairro e a ligação direta com a imagem de japonesas descoladas, ou vestidas de formas inusitadas, não é por acaso. Tudo se deu pouco a pouco a partir dos anos 90, quando havia muitos artistas de rua, que se concentravam lá e com aberturas sucessivas de varias lojas de vestuários encabeçadas por pequenos designers de estilos diferentes e com as cabeças cheias de idéias e algumas delas, tenho que admitir que sejam um tanto assustadoras.
Sendo assim, todos os finais de semana é possível encontrar jovens vestidos de acordo com o seguimento que mais lhe compete ou criando seu próprio estilo. Sim, pois a rua é um mercadão de idéias e ponto de encontro para que possam mostrar o quanto é legal a forma que se vestem, socializar e renovar o guarda roupa, óbvio!

Bataclan um bordel familiar.

Voltas ► Férias ► Bordel 
Gabriela, sempre gabrielaaaa ♪
Esse trecho lhe diz alguma coisa?
Se sim, já começamos bem, e se não. Não há problema, tentarei explicar da forma mais breve possível.
Tanto Gabriela, quanto Maria Machadão foram pessoas reais descritas por Jorge Amado no livro, Gabriela cravo e canela, que de tão bom se tornou novela da Globo em 1975. (e teve muitas passagens pelo vale a pena ver de novo anos depois)
Gabriela era uma jovem vinda de um interior da Bahia abalado pela seca, que e se mudou pra Ilhéus para fugir das más condições de vida. Era doce, destemida, ingênua e inocente. Mas de todas as suas qualidades a que mais pesava era o fato dela ser realmente linda, tanto de corpo como de rosto. Ao chegar na cidade, ela causou muitas confusões com a sua inocência, seu amor pelo Nacibe e com o seu quibe fenomenal vendido em um bar, chamado Vesúvio.
O Bataclan foi parte do cenário dessa história que se passou na década de 20, quando Ilhéus era uma cidade rica e cheia de coronéis devido a alta produção de cacau. A dona desse bordel famoso era a Maria Machadão, que nunca se casou, nunca teve filhos e muito menos herdeiros. Então a prefeitura desapropriou a casa que já caia aos pedaços e a reformou em 2006, abrindo as portas ao público como um centro cultural, com apresentações teatrais, lojinha e exposições.
Eu fui lá durante as férias e estava louca pra postar algumas fotos.

Fachada e entrada principal onde tem as encenações e liberdade para os visitantes se enfeitarem e tirar fotos. 

Reprodução do quarto da Maria, algumas coisas são fake, mas a maioria é original.

Lojinha com artigos vintage, uma coisa mais linda que a outra.
Infelizmente, quando consegui ir ao Bataclan já estava perto de ir embora e não pude ficar para ver alguma das apresentações. Um das coisas mais legais em relação a divulgação do lugar, é que atrizes se vestem de melindrosas e saem pela cidade, segurando no braço de atores também caracterizados, sorrindo, papeando e tirando fotos com os turistas. Mas tudo isso só acontece em alta temporada (verão).
Fica aí uma ótima dica para as suas próximas férias. Ilhéus é lindo e o que não falta é lugar para conhecer, coisas para ver e tendo dinheiro, programas bacanas pra fazer.

Quem era a garota em Mr. Brightside?

Curiosidade ► The Killers ► Mr Brightside
Já se fez essa pergunta? 
Ontem eu resolvi fazer uma pesquisa e descobri que ela não é tão desconhecida quanto pensei que fosse e que o rosto dela é mais amado do que pensei.
Sabe aquele filme... Show Bar ou Coytoes ugly? Sim, esse mesmo que você pensou.
 Nele, umas garotas cheias de atitude dançam sob o balcão e lotam um bar de homens e mulheres que se divertem ao ver elas dançarem. São lindas, poderosas e super sensuais! Porém o que me surpreendeu foi saber que a garota misteriosa do clip do The Killers (pra quem não sabe qual clip é) está nele, e é uma das Coyotes.
Esse filme reprisa sempre no SBT, então se você ainda não assistiu, pode esperar passar novamente, locar e ver quantas vezes quiser, ou ver online mesmo. O que não pode, de jeito algum, é deixar de assistir! O filme é bem legal, além de ter a ex top model Tara Banks no elenco principal.
O nome da moça é Izabella Miko.
Polonesa, dançarina, atriz e ambientalista.
O histórico da carreira dela é bem grande e me pergunto como não a percebi nos filmes que fez. Realmente me senti bem desatenta.

Veja a lista:
2000      Coyote Ugly
2001      The Forsaken
2005      Bye Bye Blackbird
2006      Save the Last Dance 2
2007      Flakes   Strawberry
2008      Skip Tracer
2009      Love and Dance           
2010      Clash of the Titans

2011      Age of Heroes

E aí, viu alguns dos filmes?Já sabia quem era ela?

Fonte: Wikipédia e site oficial

Hipsters

Curiosidades ► Estilo ► Grupos ► etc 

Ouvi bastante falar nesse termo e creio que assim como eu não sabia a principio, muitos de vocês também não saibam muito bem o que signifique a palavra hipster. Tecnicamente é um termo usado para pessoas que são vanguardistas sem querer. São lançadores de tendências que tem pavor por ser igual, ou simplesmente são assim por ser. Undergrounds, indies ou beatniks. Não importa muito a qual grupo urbano essas pessoas pertençam, o que realmente conta é a originalidade, criatividade e o bom gosto.
Muita gente nem imagina, mas a moda nasce das ruas e ser um bom estilista hoje, não é somente se manter de insides. É necessário saber olhar, observar e absorver tudo aquilo que vê. Parte do trabalho de um designer de moda consiste no estudo do público alvo, entender as tendências de mercado e saber codificá-las por meio de novas leituras que são lançadas periodicamente em coleções de 6 em 6 meses ou as vezes de 3 em 3. O maior e mais usado centro para pesquisa de comportamento é NY, a maior aglomeração de Hipsters do mundo. Talvez pela liberdade, excesso de informações e condições financeiras o estilo de vida deles faz com que as ruas sejam repletas de pessoas criativas e com looks brilhantemente inusitados, que dão um norte aos estilistas que estão muito a fim de lançar tendências.
Mas atenção, ser hipster não quer dizer ser brega, cafona, over ou coisas do gênero. É ser diferente, à frente e bonito. Outra coisa importante é que hipster de verdade, raramente se reconhecem assim, é super comum ver posers tentando se passar por hype e pagando um belo de um mico.
Alvo de designers, plubicitários e marqueteiros, entender ou encontrar um hipster é um passo a frente que todo mundo quer ter.